O ex-governador José Serra (PSDB-SP) afirma que passará a se sustentar com "o dinheiro da aposentadoria de professor da Unicamp [Universidade de Campinas]" nos próximos meses. "É pouco, mas dá, é o suficiente", afirmou ele à colunista Mônica Bergamo, sem precisar valores. Um profissional aposentado, como Serra, passou a receber cerca de R$ 12 mil líquidos depois de reajuste salarial em março.
No caso da ex-ministra e pré-candidata à Presidência Dilma Rousseff, o PT já afirmou que se responsabilizará por todos os gastos dela até o começo da campanha eleitoral -do aluguel da casa em que viverá ao transporte em jatos e helicópteros.Portanto, nós já sabemos de onde vem o dinheiro
Ao contrário da ministra Dilma Rousseff, José Serra (PSDB), não irá receber do partido após deixar o cargo. Segundo o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra, a sigla não tem "tradição" de pagar salário, o que também seria proibido, segundo o estatuto do partido.
Já o tucano José Serra diz; "nada está acertado. Vamos ver tudo isso a partir de agora".
Com exceção de seguranças, que continuam a acompanhar ex-governadores em São Paulo, Serra "perdeu", toda a estrutura material (como deslocamento por meio de aviões ou helicópteros) e de funcionários de que sempre dispõem os governantes.
Que aposentadoria seria essa paga pela Unicamp, com apenas 5 anos de trabalho?
Uma breve conferida no site da instituição, pude verificar um artigo onde diz;
Em 1977, José Serra podia ser encontrado na Universidade de Princeton como professor visitante.
Em 1981, três anos após entrar para os quadros da Unicamp, Serra apresentou um trabalho: Ciclos e mudanças estruturais na economia brasileira do pós-guerra
Em 1983, Serra se licenciou da Unicamp para assumir o cargo de secretário de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo no governo Franco Montoro (1983-1987).
Sua trajetória teve início aos 18 anos, quando ingressou no curso de Engenharia Civil da Escola Politécnica da USP, que não chegou a concluir.
Vejam bem: No site da Unicamp diz que: (...) Em 1981, três anos após entrar para os quadros da Unicamp.....Isso significa então que José Serra, entrou na Unicamp em, 1978.Certo?
Ainda conforme o site, aos 36 anos, José Serra assumiu aulas na graduação e na pós-graduação, ensinando Economia Política, Política e Programação, Análise Macroeconômica, Economia Brasileira e Teoria Econômica.
Em 1983,a Unicamp informa que Serra se licenciou da Unicamp.
Já José Serra, diz que se aposentou
Licença remunerada?
Isso significa que, o tucano José Serra "trabalhou" na Unicamp apenas cinco anos.
Aposentadoria com 5 anos de trabalho?
Pergunta;
O Serra disse que o PSDB não vai lhe pagar salário nem suas despesas na pré-campanha. A pergunta que não quer calar é: o Serra vai viver de quê? Ele é rico? Que eu saiba, não é. Quem vai pagar seu salário?
fonte: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/
terça-feira, 6 de abril de 2010
Vox Populi responde ao Datafolha
Luis Nassif - Sobre economia, polÃtica e notÃcias do Brasil e do Mundo
06/04/2010 - 09:19
Vox Populi critica métodos do Datafolha
Por Cláudia
Vox Populi dispara contra críticas da Folha
“Quem tem de se explicar é o Datafolha”, afirma João Francisco Meira, diretor-presidente do Vox Populi. Ele critica ainda a Folha por não ouvir o instituto ao questionar sua metodologia
São Paulo – Diante dos questionamentos a respeito dos resultados da pesquisa eleitoral do Vox Populi, o diretor-presidente do instituto João Francisco Meira critica a cobertura da Folha de S.Paulo e enseja ir ao ataque. “Quem tem de se explicar é o Datafolha”, afirma em entrevista à Rede Brasil Atual.
(…)
A diferença de metodologia entre os realizadores de pesquisas eleitorais poderiam ser reduzidas, na visão de Meira, com diálogo entre as empresas, mas não há disposição para isso. “É uma discussão que deveria estar no plano técnico mas, por uma opção editorial, dão outro rumo”, lamenta.
“O Vox Populi tem um modelo, falamos na casa das pessoas, damos tempo para elas responderem, nossas pesquisas podem ser auditadas a qualquer tempo”, pondera. “O Datafolha faz entrevistas na rua, sem verificar se a pessoa mora mesmo na cidade”, compara.
Meira lembra que outros institutos como o Sensus e o Ibope trouxeram tendências semelhantes às contatadas pelo Vox Populi. Ainda segundo ele, o único com dados divergentes foi o Datafolha. “Na pesquisa de março, (os técnicos do Datafolha) não publicam detalhes, e as explicações que deram não batem”, critica. As mudanças no cenário, relacionadas ao fim dos problemas com as chuvas em São Paulo e o crescimento sem causas específicas na região Sul foram as razões apresentadas pelo Datafolha.
Segundo Meira, a principal diferença entre os institutos é que o Datafolha faz parte de um grupo de comunicação que tem um jornal de grande circulação. “Não posso brigar com um jornal como esse”, sustenta. “Enviamos uma nota ainda no sábado para o jornal (Folha), mas nenhuma linha foi publicada. Queria saber se o manual de jornalismo que eles dizem respeitar está sendo respeitado neste caso”, ataca.
06/04/2010 - 09:19
Vox Populi critica métodos do Datafolha
Por Cláudia
Vox Populi dispara contra críticas da Folha
“Quem tem de se explicar é o Datafolha”, afirma João Francisco Meira, diretor-presidente do Vox Populi. Ele critica ainda a Folha por não ouvir o instituto ao questionar sua metodologia
São Paulo – Diante dos questionamentos a respeito dos resultados da pesquisa eleitoral do Vox Populi, o diretor-presidente do instituto João Francisco Meira critica a cobertura da Folha de S.Paulo e enseja ir ao ataque. “Quem tem de se explicar é o Datafolha”, afirma em entrevista à Rede Brasil Atual.
(…)
A diferença de metodologia entre os realizadores de pesquisas eleitorais poderiam ser reduzidas, na visão de Meira, com diálogo entre as empresas, mas não há disposição para isso. “É uma discussão que deveria estar no plano técnico mas, por uma opção editorial, dão outro rumo”, lamenta.
“O Vox Populi tem um modelo, falamos na casa das pessoas, damos tempo para elas responderem, nossas pesquisas podem ser auditadas a qualquer tempo”, pondera. “O Datafolha faz entrevistas na rua, sem verificar se a pessoa mora mesmo na cidade”, compara.
Meira lembra que outros institutos como o Sensus e o Ibope trouxeram tendências semelhantes às contatadas pelo Vox Populi. Ainda segundo ele, o único com dados divergentes foi o Datafolha. “Na pesquisa de março, (os técnicos do Datafolha) não publicam detalhes, e as explicações que deram não batem”, critica. As mudanças no cenário, relacionadas ao fim dos problemas com as chuvas em São Paulo e o crescimento sem causas específicas na região Sul foram as razões apresentadas pelo Datafolha.
Segundo Meira, a principal diferença entre os institutos é que o Datafolha faz parte de um grupo de comunicação que tem um jornal de grande circulação. “Não posso brigar com um jornal como esse”, sustenta. “Enviamos uma nota ainda no sábado para o jornal (Folha), mas nenhuma linha foi publicada. Queria saber se o manual de jornalismo que eles dizem respeitar está sendo respeitado neste caso”, ataca.
Miriam Belchior coordena PAC do governo federal
terça-feira, 6 de abril de 2010 7:47
Beto Silva
Com Agências
Miriam Belchior, assessora especial da Presidência da República, terá a missão de coordenar as ações do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), uma das principais bandeiras do governo Luiz Inácio Lula da Silva, que deve ser tema da campanha presidencial deste ano.
Com a saída da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), para dedicar-se à pré-candidatura ao Planalto, Miriam tornou-se braço-direito da nova comandante da Pasta, Erenice Guerra.
A coordenadora do programa federal tem história no Grande ABC. Foi secretária de Inclusão Social e Habitação da Prefeitura de Santo André e ex-mulher do prefeito Celso Daniel (morto em 2002). Também participou da transição do governo de São Bernardo, em 2008.
Ontem, durante reunião ministerial com os novos integrantes do governo na Granja do Torto, o presidente Lula pediu o empenho de todos na condução das obras do PAC e fez referência à nova coordenadora do programa, segundo relato do ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha.
"Se achavam que a Dilma era dura, agora vocês vão ver quem é a Miriam, que vai ser ainda mais dura para cobrar obras do PAC", teria dito Lula.
PEDIDO - O presidente pediu aos ministros, em sua maioria técnicos que assumiram no lugar dos titulares que disputarão as eleições deste ano, que mantenham o ritmo de execução das obras do governo, mesmo nesses meses que antecedem o pleito.
Segundo o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, o presidente deixou claro que os novos ministros não devem fazer nada de novo e sim dar continuidade aos trabalhos desenvolvidos em cada Pasta. "Todos os ministros conhecem as prioridades de seus ministérios. O fundamental é executar aquilo que nós já temos", disse Padilha, após a reunião ministerial.
Segundo o ministro, o presidente brincou com os recém-empossados, afirmando que eles terão que trabalhar em dobro, e ressaltou que nove meses de mandato é tempo suficiente para se fazer muito.
Na primeira parte da reunião, segundo relato de Padilha, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, fez exposição sobre a legislação eleitoral. Padilha lembrou que esta não é a primeira eleição que o governo Lula está enfrentando. Em dois mandatos, já houve duas eleições municipais, e uma geral, em 2006, quando o presidente foi reeleito.
do: http://www.dgabc.com.br/News/5803399/miriam-belchior-coordena-pac-do-governo-federal.aspx
Beto Silva
Com Agências
Miriam Belchior, assessora especial da Presidência da República, terá a missão de coordenar as ações do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), uma das principais bandeiras do governo Luiz Inácio Lula da Silva, que deve ser tema da campanha presidencial deste ano.
Com a saída da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), para dedicar-se à pré-candidatura ao Planalto, Miriam tornou-se braço-direito da nova comandante da Pasta, Erenice Guerra.
A coordenadora do programa federal tem história no Grande ABC. Foi secretária de Inclusão Social e Habitação da Prefeitura de Santo André e ex-mulher do prefeito Celso Daniel (morto em 2002). Também participou da transição do governo de São Bernardo, em 2008.
Ontem, durante reunião ministerial com os novos integrantes do governo na Granja do Torto, o presidente Lula pediu o empenho de todos na condução das obras do PAC e fez referência à nova coordenadora do programa, segundo relato do ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha.
"Se achavam que a Dilma era dura, agora vocês vão ver quem é a Miriam, que vai ser ainda mais dura para cobrar obras do PAC", teria dito Lula.
PEDIDO - O presidente pediu aos ministros, em sua maioria técnicos que assumiram no lugar dos titulares que disputarão as eleições deste ano, que mantenham o ritmo de execução das obras do governo, mesmo nesses meses que antecedem o pleito.
Segundo o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, o presidente deixou claro que os novos ministros não devem fazer nada de novo e sim dar continuidade aos trabalhos desenvolvidos em cada Pasta. "Todos os ministros conhecem as prioridades de seus ministérios. O fundamental é executar aquilo que nós já temos", disse Padilha, após a reunião ministerial.
Segundo o ministro, o presidente brincou com os recém-empossados, afirmando que eles terão que trabalhar em dobro, e ressaltou que nove meses de mandato é tempo suficiente para se fazer muito.
Na primeira parte da reunião, segundo relato de Padilha, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, fez exposição sobre a legislação eleitoral. Padilha lembrou que esta não é a primeira eleição que o governo Lula está enfrentando. Em dois mandatos, já houve duas eleições municipais, e uma geral, em 2006, quando o presidente foi reeleito.
do: http://www.dgabc.com.br/News/5803399/miriam-belchior-coordena-pac-do-governo-federal.aspx
São Bernardo terá mais 32 consultórios odontológicos públicos até o meio do ano
05/04/2010 - SAÚDE
Por: Marina Bastos(marina@abcdmaior.com.br)
Cada UBS do município ganhará um centro especializado em saúde bucal
O prefeito Luiz Marinho recebeu nesta segunda (05/04), o coordenador nacional de saúde bucal, Gilberto Pucca, que anunciou a remessa de equipamentos para os consultórios de saúde bucal da rede municipal de saúde de São Bernardo. O encontro contou, também, com a presença do secretário de Saúde, Arthur Chioro. Todas as UBSs (Unidades Básicas de Saúde) da cidade terão um consultório odontológico. Cada um custou R$ 10 mil ao Ministério da Saúde.
Gilberto Pucca explicou que, além dos consultórios com equipamentos de primeira linha que devem ser entregues até julho, o Ministério da Saúde está investindo em curso de capacitação para dentistas, em São Bernardo, com foco no diagnóstico do câncer bucal.
"Esse tipo de câncer é o sétimo em incidências no Brasil e acomete principalmente homens com mais de 40 anos, fumantes, ou que trabalham expostos ao sol. Normalmente ocorre em pessoas menos favorecidas. A saúde bucal é uma fotografia da exclusão social. A doença aparece como uma ferida indolor, e por isso é difícil de diagnosticar. Quando isso acontece tardiamente, é mutilante e fatal. Está aí a importância de especializar profissionais que saibam detectar o câncer bucal e oferecer tratamento adequado, já que tem cura."
Os novos consultórios odontológicos devem resolver até 70% dos problemas bucais da população, conforme explicou Arthur Chioro. "Os serviços realizados nos consultórios serão de promoção de saúde bucal e prevenção, com consultas rotineiras, para problemas simples, mas com o diferencial de que todos os profissionais estarão aptos a reconhecer um caso suspeito de câncer na boca."
O secretário explicou que essa não é uma ação isolada. A parceria envolve, também, setores da educação, para que dentistas façam visitas periodicamente às escolas e realizem o chamado "atendimento não traumático", que é detectar problemas ainda no início, de modo que as medidas necessárias não traumatizem as crianças. O Cacon (Centro de Alta Complexidade em Oncologia) de São Bernardo também está envolvido no processo, apoiando pacientes que forem encaminhados para análises mais complexas.
Por: Marina Bastos(marina@abcdmaior.com.br)
Cada UBS do município ganhará um centro especializado em saúde bucal
O prefeito Luiz Marinho recebeu nesta segunda (05/04), o coordenador nacional de saúde bucal, Gilberto Pucca, que anunciou a remessa de equipamentos para os consultórios de saúde bucal da rede municipal de saúde de São Bernardo. O encontro contou, também, com a presença do secretário de Saúde, Arthur Chioro. Todas as UBSs (Unidades Básicas de Saúde) da cidade terão um consultório odontológico. Cada um custou R$ 10 mil ao Ministério da Saúde.
Gilberto Pucca explicou que, além dos consultórios com equipamentos de primeira linha que devem ser entregues até julho, o Ministério da Saúde está investindo em curso de capacitação para dentistas, em São Bernardo, com foco no diagnóstico do câncer bucal.
"Esse tipo de câncer é o sétimo em incidências no Brasil e acomete principalmente homens com mais de 40 anos, fumantes, ou que trabalham expostos ao sol. Normalmente ocorre em pessoas menos favorecidas. A saúde bucal é uma fotografia da exclusão social. A doença aparece como uma ferida indolor, e por isso é difícil de diagnosticar. Quando isso acontece tardiamente, é mutilante e fatal. Está aí a importância de especializar profissionais que saibam detectar o câncer bucal e oferecer tratamento adequado, já que tem cura."
Os novos consultórios odontológicos devem resolver até 70% dos problemas bucais da população, conforme explicou Arthur Chioro. "Os serviços realizados nos consultórios serão de promoção de saúde bucal e prevenção, com consultas rotineiras, para problemas simples, mas com o diferencial de que todos os profissionais estarão aptos a reconhecer um caso suspeito de câncer na boca."
O secretário explicou que essa não é uma ação isolada. A parceria envolve, também, setores da educação, para que dentistas façam visitas periodicamente às escolas e realizem o chamado "atendimento não traumático", que é detectar problemas ainda no início, de modo que as medidas necessárias não traumatizem as crianças. O Cacon (Centro de Alta Complexidade em Oncologia) de São Bernardo também está envolvido no processo, apoiando pacientes que forem encaminhados para análises mais complexas.
Alunos do ProUni recebem bolsas para graduação na Espanha

Filho de um porteiro aposentado e de uma empregada doméstica, o universitário Rubens Lima recebeu hoje (5) conselhos do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, antes da viagem que fará à Espanha. Ele é um dos dez alunos do Programa Universidade para Todos (ProUni) selecionados para um curso de graduação na Universidade de Salamanca.
Depois do encontro com Lula, Rubens falou de sua felicidade, misturada à preocupação de sua mãe, com a oportunidade de estudar na Espanha. “No começo, fiquei assustado. Contei para minha mãe que havia ganhado uma bolsa de estudos e ela ficou feliz. Mas quando disse que era em outro país, ela ficou preocupada”, disse.
Lula também aproveitou o encontro com os bolsistas para rebater as críticas feitas ao ProUni. Para ele, as notas dos estudantes são a prova de que a opção do governo em conceder bolsa a jovens pobres foi acertada.
“A nota de vocês é a gratificação que nós queríamos. Que a política educacional teve uma retribuição extraordinária pelos alunos que estudaram”, disse o presidente acrescentando que “ainda tem gente que não gosta do ProUni, que tem sisma do ProUni”.
“O orgulho de vocês irem estudar lá fora é porque quando criamos o ProUni havia muita gente que não acreditava no programa, diziam que não ia dar certo e que íamos nivelar o estudo por baixo, por colocar jovens da periferia e de escolas públicas nas universidades”, afirmou Lula.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, que também participou da cerimônia, disse que o desempenho dos alunos selecionados é semelhante ao de estudantes de países desenvolvidos. “Eles tiveram desempenho compatível com qualquer estudante de países desenvolvidos e, a partir do convênio com o governo espanhol, a universidade está acolhendo esses estudante com bolsas integrais”, afirmou.
Haddad revelou que meta a inicial do ProUni, de conceder 720 mil bolsas, dever ser superada já no próximo semestre. “Seguramente, vamos superar. Basta apenas mais 22 mil bolsas para superar esta meta”.
Tanto Lula, quanto Haddad, ressaltaram que a partir do convênio com a universidade de Salamanca novas parcerias podem ser fechadas com outros países.
“O acordo entre o [Ministério da Educação] MEC e a Universidade de Salamanca é o primeiro grande passo de uma grande caminhada para que a gente possa estabelecer convênios com outras universidades e, quem sabe numa troca, possamos mandar nossos alunos para lá e possamos receber alunos de outras universidades aqui no Brasil, porque em alguns centros do país já temos um ensino de excelência”, afirmou Lula.
Dilma: povo sabe identificar 'lobos em pele de cordeiro'
VERA ROSA - Agência Estado
Na primeira atividade partidária desde que deixou o comando da Casa Civil, há seis dias, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, subiu o tom contra os tucanos e disse que o povo sabe identificar "lobos em pele de cordeiro". Não foi só: afirmou que "ninguém quer pé frio nem azarado" dirigindo o Brasil.
Ao participar hoje do encontro do PR, na Câmara dos Deputados, Dilma disse que continuará repetindo que quem foi contra o governo durante dois mandatos não pode agora encarnar o pós Lula. Mesmo sem citar textualmente o PSDB e o ex-governador de São Paulo, José Serra, seu futuro adversário na disputa ao Palácio do Planalto, a ex-ministra chamou os tucanos para a briga. "Aqueles que venderam o nosso patrimônio, que quebraram o Brasil, que deixaram o nosso povo sem salários dignos e sem renda adequada não serão capazes de levar o Brasil adiante", afirmou Dilma.
Aplaudida pela claque do PR, que gritava seu nome sem parar, a petista prosseguiu nas estocadas. "Num dia tentam enganar o povo, dizendo que vão continuar o trabalho do presidente Lula. No outro, mostram a patinha de lobo, ao cometer tremendo ato falho, e aí ameaçam acabar com o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), com o Bolsa-Família e mudar a política econômica", atacou. Integrante da base aliada, o PR foi o primeiro partido a anunciar oficialmente o apoio a Dilma. O encontro também serviu para dar posse ao ex-ministro e atual senador Alfredo Nascimento - pré-candidato ao governo do Amazonas - na presidência da sigla. Novato no PR, o evangélico Anthony Garotinho - que concorrerá ao governo do Rio - assumiu a primeira secretaria.
Atraso - Recebida aos gritos de "Dilma, Dilma", a ex-ministra parecia à vontade diante da plateia, que lotou o auditório Nereu Ramos da Câmara, com capacidade para 400 pessoas. "Estamos juntos na luta para não deixar que esse País retroceda, que a força do atraso volte e traga novamente esse processo que durou mais de décadas, aquele crescimento baixo, o chamado voo de galinha", insistiu a petista.
Questionada mais tarde sobre quem era o lobo e o cordeiro, Dilma abriu um sorriso. "Fábulas não são para ser desvendadas. Elas só ilustram certas circunstâncias", despistou. Em discurso recheado de críticas aos tucanos, a pré-candidata do PT lembrou que a oposição sempre disse que Lula tinha sorte. Foi nesse momento que dirigiu mais uma farpa contra Serra, embora sem citar seu nome. "Sorte a gente tem, é verdade, porque também não queremos nenhum pé frio nem azarado dirigindo o Brasil", provocou. Ao recorrer a expressões usadas por Lula, Dilma procurou ostentar a credencial de herdeira do presidente. Em outra referência velada ao PSDB, disse ser preciso impedir que aqueles que governaram o País para que os ricos retornem ao poder para "excluir" os mais pobres.
Na primeira atividade partidária desde que deixou o comando da Casa Civil, há seis dias, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, subiu o tom contra os tucanos e disse que o povo sabe identificar "lobos em pele de cordeiro". Não foi só: afirmou que "ninguém quer pé frio nem azarado" dirigindo o Brasil.
Ao participar hoje do encontro do PR, na Câmara dos Deputados, Dilma disse que continuará repetindo que quem foi contra o governo durante dois mandatos não pode agora encarnar o pós Lula. Mesmo sem citar textualmente o PSDB e o ex-governador de São Paulo, José Serra, seu futuro adversário na disputa ao Palácio do Planalto, a ex-ministra chamou os tucanos para a briga. "Aqueles que venderam o nosso patrimônio, que quebraram o Brasil, que deixaram o nosso povo sem salários dignos e sem renda adequada não serão capazes de levar o Brasil adiante", afirmou Dilma.
Aplaudida pela claque do PR, que gritava seu nome sem parar, a petista prosseguiu nas estocadas. "Num dia tentam enganar o povo, dizendo que vão continuar o trabalho do presidente Lula. No outro, mostram a patinha de lobo, ao cometer tremendo ato falho, e aí ameaçam acabar com o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), com o Bolsa-Família e mudar a política econômica", atacou. Integrante da base aliada, o PR foi o primeiro partido a anunciar oficialmente o apoio a Dilma. O encontro também serviu para dar posse ao ex-ministro e atual senador Alfredo Nascimento - pré-candidato ao governo do Amazonas - na presidência da sigla. Novato no PR, o evangélico Anthony Garotinho - que concorrerá ao governo do Rio - assumiu a primeira secretaria.
Atraso - Recebida aos gritos de "Dilma, Dilma", a ex-ministra parecia à vontade diante da plateia, que lotou o auditório Nereu Ramos da Câmara, com capacidade para 400 pessoas. "Estamos juntos na luta para não deixar que esse País retroceda, que a força do atraso volte e traga novamente esse processo que durou mais de décadas, aquele crescimento baixo, o chamado voo de galinha", insistiu a petista.
Questionada mais tarde sobre quem era o lobo e o cordeiro, Dilma abriu um sorriso. "Fábulas não são para ser desvendadas. Elas só ilustram certas circunstâncias", despistou. Em discurso recheado de críticas aos tucanos, a pré-candidata do PT lembrou que a oposição sempre disse que Lula tinha sorte. Foi nesse momento que dirigiu mais uma farpa contra Serra, embora sem citar seu nome. "Sorte a gente tem, é verdade, porque também não queremos nenhum pé frio nem azarado dirigindo o Brasil", provocou. Ao recorrer a expressões usadas por Lula, Dilma procurou ostentar a credencial de herdeira do presidente. Em outra referência velada ao PSDB, disse ser preciso impedir que aqueles que governaram o País para que os ricos retornem ao poder para "excluir" os mais pobres.
Brasil atrai três fabricantes multinacionais de informática
05/04/2010 - 09h32
da Folha Online
Hoje na Folha Três anos após dar início a uma política mais agressiva de incentivos para atrair fabricantes estrangeiros de chips, o país começa a ver resultados. A coreana Hana Micron está prestes a começar sua produção no Rio Grande do Sul e duas grandes fabricantes estão em negociação adiantada, segundo reportagem, de Julio Wiziack na Folha desta segunda-feira (disponível para assinantes do jornal e do UOL)
De acordo com a reportagem, outra dezena estuda opções, segundo representantes do governo federal e consultores da iniciativa privada que atuam nesse mercado.
A indústria de chips (semicondutores) é vital para a economia. Hoje, quase não há produto eletrônico sem esse componente. Televisores, celulares e computadores estão entre eles. Os fabricantes mundiais são poucos e ficam principalmente na Ásia, onde o custo operacional é baixo.
Uma fábrica de primeira linha exige investimentos de até R$ 3 bilhões para a produção de pranchas de wafer. O chip é um recorte minúsculo dessa prancha. Há fábricas que só importam essas pranchas e se destinam ao corte dos chips. O investimento, nesse caso, gira em torno de R$ 500 milhões.
da Folha Online
Hoje na Folha Três anos após dar início a uma política mais agressiva de incentivos para atrair fabricantes estrangeiros de chips, o país começa a ver resultados. A coreana Hana Micron está prestes a começar sua produção no Rio Grande do Sul e duas grandes fabricantes estão em negociação adiantada, segundo reportagem, de Julio Wiziack na Folha desta segunda-feira (disponível para assinantes do jornal e do UOL)
De acordo com a reportagem, outra dezena estuda opções, segundo representantes do governo federal e consultores da iniciativa privada que atuam nesse mercado.
A indústria de chips (semicondutores) é vital para a economia. Hoje, quase não há produto eletrônico sem esse componente. Televisores, celulares e computadores estão entre eles. Os fabricantes mundiais são poucos e ficam principalmente na Ásia, onde o custo operacional é baixo.
Uma fábrica de primeira linha exige investimentos de até R$ 3 bilhões para a produção de pranchas de wafer. O chip é um recorte minúsculo dessa prancha. Há fábricas que só importam essas pranchas e se destinam ao corte dos chips. O investimento, nesse caso, gira em torno de R$ 500 milhões.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Dilma é Dilma!
Saiu no Estadão, pág. A4:
“O debate centrado na ética é muito bom para a gente”.
“Se teve um governo que levantou o tapete, foi o Governo Lula. Antes não apareciam denúncia porque ninguém apurava. Acabamos com a figura do engavetador-geral. Onde está o engavetador ? A União não engaveta mais nada.”
“Vão ter que mostrar qual é a proposta para o Brasil não viver estagnado.”
“O Serra que me desculpe, mas ele não foi só ministro da Saúde.”
“Foi ministro do Planejamento.”
“Planejou o quê ?”
“O apagão.”
“O apagão que eu falo é o racionamento.”
“Porque o pessoa usa um pelo outro.”
“Racionamento é ficar oito meses sem energia.”
Faz parte da ideologia da elite branca e tucana de São Paulo supor que eles sabem mais.
São preparados.
São cultos.
Falam francês.
Os outros são uns parvos.
Com essa munição ideológica os tucanos de São Paulo, em 2002, desafiavam Lula para o debate, na suposição de que Serra, “engenheiro e enconomista competente” massacraria o metalúrgico nordestino.
Lula ganhou de 61 a 39 e Serra só ganhou no Estado de Alagoas.
Derreteu até em São Paulo.
FHC agora só tem uma ideia importante.
E não é dele: é do brilhante sociólogo Chico de Oliveira.
Esse FHC vivia dizendo que o Lula ganhava a eleição porque sabia se comunicar.
O Conversa Afiada demonstrou que essa teoria “saber se comunicar” continha inúmeros preconceitos.
Agora essa ideologia elitista tenta invadir a eleição de 2010.
A elite paulista faz supor que a Dilma é um poste.
Que a Dilma é o Lula e mais nada.
Vão tomar outra surra.
Porque a Dilma também é a Dilma.
Paulo Henrique Amorim
do: http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=29452
“O debate centrado na ética é muito bom para a gente”.
“Se teve um governo que levantou o tapete, foi o Governo Lula. Antes não apareciam denúncia porque ninguém apurava. Acabamos com a figura do engavetador-geral. Onde está o engavetador ? A União não engaveta mais nada.”
“Vão ter que mostrar qual é a proposta para o Brasil não viver estagnado.”
“O Serra que me desculpe, mas ele não foi só ministro da Saúde.”
“Foi ministro do Planejamento.”
“Planejou o quê ?”
“O apagão.”
“O apagão que eu falo é o racionamento.”
“Porque o pessoa usa um pelo outro.”
“Racionamento é ficar oito meses sem energia.”
Faz parte da ideologia da elite branca e tucana de São Paulo supor que eles sabem mais.
São preparados.
São cultos.
Falam francês.
Os outros são uns parvos.
Com essa munição ideológica os tucanos de São Paulo, em 2002, desafiavam Lula para o debate, na suposição de que Serra, “engenheiro e enconomista competente” massacraria o metalúrgico nordestino.
Lula ganhou de 61 a 39 e Serra só ganhou no Estado de Alagoas.
Derreteu até em São Paulo.
FHC agora só tem uma ideia importante.
E não é dele: é do brilhante sociólogo Chico de Oliveira.
Esse FHC vivia dizendo que o Lula ganhava a eleição porque sabia se comunicar.
O Conversa Afiada demonstrou que essa teoria “saber se comunicar” continha inúmeros preconceitos.
Agora essa ideologia elitista tenta invadir a eleição de 2010.
A elite paulista faz supor que a Dilma é um poste.
Que a Dilma é o Lula e mais nada.
Vão tomar outra surra.
Porque a Dilma também é a Dilma.
Paulo Henrique Amorim
do: http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=29452
Índice de execução do PAC aumentou 136% no primeiro bimestre
Pedro Peduzzi e Yara Aquino
Repórteres da Agência Brasil
Brasília – O índice de execução das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) aumentou 136% em janeiro e fevereiro, na comparação com o primeiro bimestre do ano passado. O balanço foi apresentado hoje (5) durante a reunião ministerial, na Granja do Torto, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, segundo relato do ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha.
De acordo com ele, Mantega reafirmou que o país manterá a economia em um ritmo mais acelerado do que o de 2009, e cobrou, principalmente dos novos ministros que tomaram posse na última quarta-feira (31), o compromisso de darem prioridade às obras ligadas ao PAC, evitando novas demandas para o último ano de mandato.
Padilha disse ainda que a equipe econômica do governo não está preocupada com um eventual déficit da balança comercial brasileira, em função do maior fluxo de importação, que se deve à robustez do país. Segundo Padilha, Mantega lembrou que isso resulta, inclusive, na maior aquisição de máquinas pelos empresários brasileiros.
“Há muita tranquilidade [dos ministros] quanto ao cenário internacional, e isso foi reforçado pelo ministro Mantega quando disse que, graças a uma atuação forte do Banco Central, o país detém US$ 140 bilhões em reservas.”
Edição: Juliana Andrade
Repórteres da Agência Brasil
Brasília – O índice de execução das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) aumentou 136% em janeiro e fevereiro, na comparação com o primeiro bimestre do ano passado. O balanço foi apresentado hoje (5) durante a reunião ministerial, na Granja do Torto, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, segundo relato do ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha.
De acordo com ele, Mantega reafirmou que o país manterá a economia em um ritmo mais acelerado do que o de 2009, e cobrou, principalmente dos novos ministros que tomaram posse na última quarta-feira (31), o compromisso de darem prioridade às obras ligadas ao PAC, evitando novas demandas para o último ano de mandato.
Padilha disse ainda que a equipe econômica do governo não está preocupada com um eventual déficit da balança comercial brasileira, em função do maior fluxo de importação, que se deve à robustez do país. Segundo Padilha, Mantega lembrou que isso resulta, inclusive, na maior aquisição de máquinas pelos empresários brasileiros.
“Há muita tranquilidade [dos ministros] quanto ao cenário internacional, e isso foi reforçado pelo ministro Mantega quando disse que, graças a uma atuação forte do Banco Central, o país detém US$ 140 bilhões em reservas.”
Edição: Juliana Andrade
Começa nesta segunda a terceira etapa de vacinação contra gripe H1N1
05/04/2010 - SAÚDE
Por: Redação(pauta@abcdmaior.com.br)
Governo do Estado espera vacinar 475.000 pessoas entre 20 e 29 anos no ABCD
A Secretaria de Estado da Saúde inicia hoje a terceira etapa da campanha de vacinação contra a gripe A H1N1. Nesta fase deverão tomar uma dose da vacina os adultos saudáveis entre 20 e 29 anos. São 475 mil pessoas nesta faixa etária na Região.
Pacientes crônicos, crianças de seis meses a um ano e 11 meses e gestantes também podem procurar os postos de saúde para serem imunizados. Postos de Saúde, Unidades Básica de Saúde e hospitais de todo o ABCD estão preparados para receber a demanda.
Desde o dia 8 de março a Secretaria vem vacinando profissionais de saúde e a população indígena e, desde o último dia 22, gestantes, crianças de seis meses a 1 ano e 11 meses e os portadores de doenças crônicas. As crianças deverão ser levadas novamente aos postos 30 dias após serem vacinadas, para receberem uma segunda dose.
De 24 de abril a 7 de maio, quarta etapa da vacinação, receberão a vacina contra a gripe A H1N1 os idosos com 60 anos ou mais portadores de doenças crônicas. Os demais idosos irão tomar a vacina contra a gripe comum (sazonal). Na última etapa, de 10 a 21 de maio, a população-alvo será os adultos com idades entre 30 e 39 anos.
A vacinação será realizada em postos e unidades de saúde de todo o ABCD. Para se vacinar é preciso estar na faixa indicada para a data e apresentar no posto de Saúde o RG e a carteirinha de vacinação. Não é necessário apresentar atestado médico comprovando gravidez ou doença crônica.
Os postos vão funcionar de segunda a sexta das 8h às 17h. No sábado as unidades ficarão abertas no mesmo horário. O medicamento é contraindicado a quem tem alergia a ovo.
Mais informações pelo site:
www.vacinacaoinfluenza.com.br
Por: Redação(pauta@abcdmaior.com.br)
Governo do Estado espera vacinar 475.000 pessoas entre 20 e 29 anos no ABCD
A Secretaria de Estado da Saúde inicia hoje a terceira etapa da campanha de vacinação contra a gripe A H1N1. Nesta fase deverão tomar uma dose da vacina os adultos saudáveis entre 20 e 29 anos. São 475 mil pessoas nesta faixa etária na Região.
Pacientes crônicos, crianças de seis meses a um ano e 11 meses e gestantes também podem procurar os postos de saúde para serem imunizados. Postos de Saúde, Unidades Básica de Saúde e hospitais de todo o ABCD estão preparados para receber a demanda.
Desde o dia 8 de março a Secretaria vem vacinando profissionais de saúde e a população indígena e, desde o último dia 22, gestantes, crianças de seis meses a 1 ano e 11 meses e os portadores de doenças crônicas. As crianças deverão ser levadas novamente aos postos 30 dias após serem vacinadas, para receberem uma segunda dose.
De 24 de abril a 7 de maio, quarta etapa da vacinação, receberão a vacina contra a gripe A H1N1 os idosos com 60 anos ou mais portadores de doenças crônicas. Os demais idosos irão tomar a vacina contra a gripe comum (sazonal). Na última etapa, de 10 a 21 de maio, a população-alvo será os adultos com idades entre 30 e 39 anos.
A vacinação será realizada em postos e unidades de saúde de todo o ABCD. Para se vacinar é preciso estar na faixa indicada para a data e apresentar no posto de Saúde o RG e a carteirinha de vacinação. Não é necessário apresentar atestado médico comprovando gravidez ou doença crônica.
Os postos vão funcionar de segunda a sexta das 8h às 17h. No sábado as unidades ficarão abertas no mesmo horário. O medicamento é contraindicado a quem tem alergia a ovo.
Mais informações pelo site:
www.vacinacaoinfluenza.com.br
"Banda Larga em todas as escolas públicas até o fim de 2010"
Vermelho - 4 de Abril de 2010 - 16h34
Lançado em abril de 2008 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o programa Banda Larga nas Escolas completa agora dois anos bem perto da meta de equipar todas as 64.879 escolas públicas urbanas do país com computadores de acesso rápido à internet.
A expectativa é que isso ocorra até o fim deste ano, beneficiando 37 milhões de estudantes, de acordo com os responsáveis pela sua implantação, no Ministério da Educação e na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) .
A previsão é baseada no balanço do programa feito pela Anatel no final do ano passado: em 2009 25.331 instituições de ensino público em municípios de quase todo o país foram conectadas à rede mundial de computadores e em 2008, ano de lançamento do programa, esse número foi de 17.681 escolas. Ou seja, ao entrar no segundo ano, o programa já alcançava 66% - 45.192 - do total de estabelecimentos de ensino a serem equipados.
Os números da Anatel, na época do balanço, mostravam que os estados com mais escolas conectadas à internet por meio do Banda Larga nas Escolas eram os de maior densidade demográfica: Minas Gerais (4.962), São Paulo (4.842), Rio de Janeiro (4.080) e Bahia (4.026). Já Roraima (68), Amapá (131) e Acre (187) foram os que tiveram menor número de escolas informatizadas, embora devam estar completamente atendidos até o fim de 2010, quando o programa termina.
O programa se tornou possível graças a um acordo firmado pelo governo com operadoras de telefonia fixa, por meio da Anatel, para a implantação da banda larga nas escolas indicadas pelo Ministério da Educação, sem nenhum custo para os cofres públicos, como contrapartida pelos serviços que elas exploram comercialmente no país.
Esse compromisso foi firmado com o Ministério das Comunicações, quando da mudança do Plano Geral de Metas para a Universalização (PGMU) do Serviço Telefônico Fixo Consultado (STFC). As cinco concessionárias concordaram em trocar a obrigatoriedade de instalar Postos de Serviços de Telecomunicações em todos os municípios, até o fim de 2010, pelo compromisso de instalar o chamado backhaul, a rede de telecomunicações de alta velocidade (banda larga) capaz chegar a todos os pontos do país.
Isso foi feito por meio da assinatura de aditivos contratuais com a Anatel, o que permitiu a conexão das escolas públicas urbanas à rede. Por ocasião da assinatura dos termos aditivos com as concessionárias, em 2008, havia cerca de 56 mil escolas públicas urbanas cadastradas pelo MEC, e desde então mais 8 mil foram implantadas, o que elevou o total para 64.879 instituições a serem conectadas à banda alarga até o fim de 2010. Aí estão incluídas todas as escolas públicas de ensino fundamental (municipais) e médio (estaduais), conforme o secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação, Carlos Eduardo Bielschowsky.
Fonte: Agência Brasil
Lançado em abril de 2008 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o programa Banda Larga nas Escolas completa agora dois anos bem perto da meta de equipar todas as 64.879 escolas públicas urbanas do país com computadores de acesso rápido à internet.
A expectativa é que isso ocorra até o fim deste ano, beneficiando 37 milhões de estudantes, de acordo com os responsáveis pela sua implantação, no Ministério da Educação e na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) .
A previsão é baseada no balanço do programa feito pela Anatel no final do ano passado: em 2009 25.331 instituições de ensino público em municípios de quase todo o país foram conectadas à rede mundial de computadores e em 2008, ano de lançamento do programa, esse número foi de 17.681 escolas. Ou seja, ao entrar no segundo ano, o programa já alcançava 66% - 45.192 - do total de estabelecimentos de ensino a serem equipados.
Os números da Anatel, na época do balanço, mostravam que os estados com mais escolas conectadas à internet por meio do Banda Larga nas Escolas eram os de maior densidade demográfica: Minas Gerais (4.962), São Paulo (4.842), Rio de Janeiro (4.080) e Bahia (4.026). Já Roraima (68), Amapá (131) e Acre (187) foram os que tiveram menor número de escolas informatizadas, embora devam estar completamente atendidos até o fim de 2010, quando o programa termina.
O programa se tornou possível graças a um acordo firmado pelo governo com operadoras de telefonia fixa, por meio da Anatel, para a implantação da banda larga nas escolas indicadas pelo Ministério da Educação, sem nenhum custo para os cofres públicos, como contrapartida pelos serviços que elas exploram comercialmente no país.
Esse compromisso foi firmado com o Ministério das Comunicações, quando da mudança do Plano Geral de Metas para a Universalização (PGMU) do Serviço Telefônico Fixo Consultado (STFC). As cinco concessionárias concordaram em trocar a obrigatoriedade de instalar Postos de Serviços de Telecomunicações em todos os municípios, até o fim de 2010, pelo compromisso de instalar o chamado backhaul, a rede de telecomunicações de alta velocidade (banda larga) capaz chegar a todos os pontos do país.
Isso foi feito por meio da assinatura de aditivos contratuais com a Anatel, o que permitiu a conexão das escolas públicas urbanas à rede. Por ocasião da assinatura dos termos aditivos com as concessionárias, em 2008, havia cerca de 56 mil escolas públicas urbanas cadastradas pelo MEC, e desde então mais 8 mil foram implantadas, o que elevou o total para 64.879 instituições a serem conectadas à banda alarga até o fim de 2010. Aí estão incluídas todas as escolas públicas de ensino fundamental (municipais) e médio (estaduais), conforme o secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação, Carlos Eduardo Bielschowsky.
Fonte: Agência Brasil
Dieese: país manteve nível salarial em 2009, apesar da crise
4 de Abril de 2010 - 17h20
O Brasil conseguiu manter a massa salarial e o nível do emprego ao longo da crise financeira de 2009, em relação a 2008. A avaliação foi feita pelo coordenador regional do Departamento Intersindical de Estatística e Estudo (Dieese), Renato Lima.
Para ele, a decisão do governo federal de adotar uma política semelhante a que reivindicavam os sindicatos - com redução de impostos em áreas vitais para a economia - possibilitou o aumento do emprego em alguns setores, como a construção civil, o que, em parte, compensou o baixo rendimento e o desemprego gerado no segmento industrial.
“No cômputo geral, mesmo com o impacto da crise, a economia interna, dos próprios brasileiros, por meio da circulação de mercadoria e salários, diluiu o impacto maior provocado pela crise – o que não aconteceu nos outros países. Nesses países, que optaram pela continuação da política neoliberal de estrangulamento do crédito, os mercados internos não conseguiram dar pujança e obter resposta.”
As declaração do coordenador regional do Dieese foram dadas à Agência Brasil em reunião realizada esta semana, no Rio de Janeiro, durante a 4ª Jornada Nacional de Debates, a Redução da Jornada de Trabalho e as Perspectivas para 2010.
O encontro reuniu centrais sindicais de todo o país. A ideia era fazer um balanço e uma avaliação mais precisa sobre as negociações do acordo coletivo em 2009, em relação às metas pré-fixadas e às projeções do emprego e da renda para 2010.
“O debate vem demonstrando - através de uma série de estudos estatísticos, qualitativos e quantitativos - que no ano passado nós tivemos, diferentemente dos anos anteriores, um ano com características recessivas dado o impacto que teve, também aqui no Brasil, a crise financeira internacional – especificamente no setor industrial. A conclusão é que, mesmo com a crise, o movimento sindical conseguiu manter os níveis salariais e o nível de crescimento do emprego – uma vez que a queda foi muito pequena e ainda assim localizada.”
“Por outro lado, o movimento sindical brigou muito pela valorização do salário mínimo e isto repercutiu em toda a cadeia da economia, pois mesmo as categorias que não o recebem [o salário mínimo] tiveram seus rendimentos valorizados e puxados para cima”.
Para Lima, programas de transferência de renda do governo federal, como o Bolsa Família, também ajudaram na manutenção da demanda do mercado interno.
“O equilíbrio foi dado pelo aumento do consumo interno, que, incentivado pelos programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, e pela retirada de impostos de alguns produtos, ajudou o país e o trabalhador a ultrapassar este período turbulento da economia mundial.”
Fonte: Agência Brasil
O Brasil conseguiu manter a massa salarial e o nível do emprego ao longo da crise financeira de 2009, em relação a 2008. A avaliação foi feita pelo coordenador regional do Departamento Intersindical de Estatística e Estudo (Dieese), Renato Lima.
Para ele, a decisão do governo federal de adotar uma política semelhante a que reivindicavam os sindicatos - com redução de impostos em áreas vitais para a economia - possibilitou o aumento do emprego em alguns setores, como a construção civil, o que, em parte, compensou o baixo rendimento e o desemprego gerado no segmento industrial.
“No cômputo geral, mesmo com o impacto da crise, a economia interna, dos próprios brasileiros, por meio da circulação de mercadoria e salários, diluiu o impacto maior provocado pela crise – o que não aconteceu nos outros países. Nesses países, que optaram pela continuação da política neoliberal de estrangulamento do crédito, os mercados internos não conseguiram dar pujança e obter resposta.”
As declaração do coordenador regional do Dieese foram dadas à Agência Brasil em reunião realizada esta semana, no Rio de Janeiro, durante a 4ª Jornada Nacional de Debates, a Redução da Jornada de Trabalho e as Perspectivas para 2010.
O encontro reuniu centrais sindicais de todo o país. A ideia era fazer um balanço e uma avaliação mais precisa sobre as negociações do acordo coletivo em 2009, em relação às metas pré-fixadas e às projeções do emprego e da renda para 2010.
“O debate vem demonstrando - através de uma série de estudos estatísticos, qualitativos e quantitativos - que no ano passado nós tivemos, diferentemente dos anos anteriores, um ano com características recessivas dado o impacto que teve, também aqui no Brasil, a crise financeira internacional – especificamente no setor industrial. A conclusão é que, mesmo com a crise, o movimento sindical conseguiu manter os níveis salariais e o nível de crescimento do emprego – uma vez que a queda foi muito pequena e ainda assim localizada.”
“Por outro lado, o movimento sindical brigou muito pela valorização do salário mínimo e isto repercutiu em toda a cadeia da economia, pois mesmo as categorias que não o recebem [o salário mínimo] tiveram seus rendimentos valorizados e puxados para cima”.
Para Lima, programas de transferência de renda do governo federal, como o Bolsa Família, também ajudaram na manutenção da demanda do mercado interno.
“O equilíbrio foi dado pelo aumento do consumo interno, que, incentivado pelos programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, e pela retirada de impostos de alguns produtos, ajudou o país e o trabalhador a ultrapassar este período turbulento da economia mundial.”
Fonte: Agência Brasil
S.Bernardo terá Orçamento Participativo ‘experiente’
03/04/2010 - GESTÃO PARTILHADA
Por: Karen Marchetti (karen@abcdmaior.com.br)
Prefeitura vai usar como exemplos as reuniões do PPA; encontros serão divididos por regiões
A partir do próximo dia 19 até a primeira quinzena de maio, a Prefeitura de São Bernardo vai realizar as plenárias do OP (Orçamento Participativo). Com a experiência do PPA (Plano Plurianual), no ano passado, alguns procedimentos foram mudados no processo de participação popular.
Serão realizados 20 encontros, divididos por regiões. De acordo com a secretária de Orçamento e Planejamento Participativo, Nilza de Oliveira, a experiência das reuniões do ano passado ajudou a formatar o OP 2010/2011.
“O PPA foi um aprendizado para a divisão territorial da cidade e a partir desta experiência conseguimos fazer algumas consolidações. As divisões não são aleatórias. Nós consideramos a política da região, os dados e indicadores. Além dos números populacionais”, disse a secretária.
As plenárias do OP são deliberativas e a população poderá escolher as prioridades para a região onde mora. Por meio de votação direta, serão escolhidas três demandas para o local onde mora e uma para a cidade. Também serão escolhidos representantes para formar a Comissão de Acompanhamento do OP, que irão acompanhar e fiscalizar as realizações das prioridades.
O OP em São Bernardo será realizado a cada dois anos, mas as plenárias serão feitas anualmente. Neste ano, as plenárias serão deliberativas; em 2011, nos encontros, a Prefeitura irá prestar contas do que foi feito.
As prioridades escolhidas pela população serão incluídas no orçamento municipal. Para entender todo este processo, os conselheiros eleitos passaram por uma capacitação.
“Em São Bernardo, nunca houve canais para a população participar da gestão pública. E o resultado do PPA foi surpreendente. Mais de 15 mil pessoas escolheram as diretrizes para os próximos anos e acredito que o OP vai aumentar ainda mais o número de participantes”, prevê Nilza.
A primeira plenária acontecerá no Jardim Laura, no dia 19, na Emeb Arlindo Miguel Teixeira, na estrada dos Alvarenga, 7.500.
do: http://www.abcdmaior.com.br/noticia_exibir.php?noticia=19806
Por: Karen Marchetti (karen@abcdmaior.com.br)
Prefeitura vai usar como exemplos as reuniões do PPA; encontros serão divididos por regiões
A partir do próximo dia 19 até a primeira quinzena de maio, a Prefeitura de São Bernardo vai realizar as plenárias do OP (Orçamento Participativo). Com a experiência do PPA (Plano Plurianual), no ano passado, alguns procedimentos foram mudados no processo de participação popular.
Serão realizados 20 encontros, divididos por regiões. De acordo com a secretária de Orçamento e Planejamento Participativo, Nilza de Oliveira, a experiência das reuniões do ano passado ajudou a formatar o OP 2010/2011.
“O PPA foi um aprendizado para a divisão territorial da cidade e a partir desta experiência conseguimos fazer algumas consolidações. As divisões não são aleatórias. Nós consideramos a política da região, os dados e indicadores. Além dos números populacionais”, disse a secretária.
As plenárias do OP são deliberativas e a população poderá escolher as prioridades para a região onde mora. Por meio de votação direta, serão escolhidas três demandas para o local onde mora e uma para a cidade. Também serão escolhidos representantes para formar a Comissão de Acompanhamento do OP, que irão acompanhar e fiscalizar as realizações das prioridades.
O OP em São Bernardo será realizado a cada dois anos, mas as plenárias serão feitas anualmente. Neste ano, as plenárias serão deliberativas; em 2011, nos encontros, a Prefeitura irá prestar contas do que foi feito.
As prioridades escolhidas pela população serão incluídas no orçamento municipal. Para entender todo este processo, os conselheiros eleitos passaram por uma capacitação.
“Em São Bernardo, nunca houve canais para a população participar da gestão pública. E o resultado do PPA foi surpreendente. Mais de 15 mil pessoas escolheram as diretrizes para os próximos anos e acredito que o OP vai aumentar ainda mais o número de participantes”, prevê Nilza.
A primeira plenária acontecerá no Jardim Laura, no dia 19, na Emeb Arlindo Miguel Teixeira, na estrada dos Alvarenga, 7.500.
do: http://www.abcdmaior.com.br/noticia_exibir.php?noticia=19806
Serra não declara mansão ao fisco, nem à justiça eleitoral

Na Declaração de Bens que o ex-governador Zé Chirico entregou à Justiça Eleitoral, em 2006, não foi feita menção à nababesca residência do tucano no Alto de Pinheiros, bairro nobre da zona oeste paulistana.
Como se sabe, o pré-candidato do PSDB à presidência da República é o feliz proprietário de um palacete situado na rua Antônio de Gouveia Giudice, a poucos metros do chiquérrimo Shopping Villa-Lobos. Naquela região, conhecida pelo altíssimo padrão de vida de seus habitantes, os imóveis raramente custam menos de R$ 2 milhões.
Há pouco mais um ano, o jornal O Globo chegou a noticiar um assassinato ocorrido nas proximidades da suntuosa morada de Serra, fazendo uma alusão ao endereço ilustre.
Recentemente, a máfia midiática que infesta nosso país difundiu notícias de que o PT já teria encontrado uma "mansão" em Brasília para "acomodar" a ex-ministra Dilma Rousseff. Segundo a Folha, "o imóvel é térreo, tem três quartos e não fica de frente para o lago" , o que nos deu a dimensão da luxuosidade e do fausto exigido pela candidata petista ao Planalto.
Em matéria imobiliária, no entanto, os tucanos nadam de braçada. Em 2008, a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, realizou o sonho da mansão própria antes mesmo de tomar posse no cargo, e até mesmo a mobília lhe saiu na faixa.
do: http://cloacanews.blogspot.com/2010/04/mansao-de-serra-em-sao-paulo-nao-foi.html
FHC é tratado feito "cunhado que dá vexame": artigo no "Estadão" expõe luta interna entre os tucanos
publicada domingo, 04/04/2010 às 22:34
Se já não pode contar com o "O Globo", FHC usa o "Estadão" para atacar tucanos que o isolam: "gente insolente"
Já escrevi aqui que, na imprensa paulista, há uma divisão clara de tarefas: o "Estadão" fala por FHC, a "Folha" é a voz de Serra.
Dizem que a "Folha faz até pesquisas para Serra... Mas não acredito. Deve ser maldade. Já bastam as manchetes e as fichas falsas em primeira página. Não seria preciso manipular pesquisa...
Quanto ao "Estadão", os editores já nem disfarçam mais...
Nesse domingo, FHC estava por toda parte: na página 2, era dele um dos artigos, a pregar a união dos tucanos contra o "autoritarismo burocrático"; no caderno "Aliás", era ele o entrevistado por uma tróica de intelectuais convidados; mas o mais engraçado estava na página A-7, na coluna de Dora Kramer!
Dora Kramer falou como porta-voz de FHC. Mandou recado. Durona, implacável, começou pelo título: "Gente Insolente"...
Calma! Dessa vez, ela não se referia aos "petistas". Dora Kramer falava para o público interno, para o tucanato.
Em suma, a colunista disse que o PSDB só chegou ao poder graças à genialidade de FHC. E que agora trata o ex-presidente como um "cunhado que vive dando vexame". Juro que a expressão é dela. Está no artigo que merece ser lido, como peça de humor.
Aqui, mais um aperitivo: "o tucanatinho [sic] acha que ele não fica bem na fotografia do vigoroso partido onde vicejam próceres cuja capacidade de distinguir credibilidade de popularidade é nenhuma".
A Dora Kramer está com muita raiva. Isso é problema dela.
O interessante é que o artigo revela como estão os ânimos entre os tucanos.
O PSDB tirou FHC de cena. E ele está magoadao. Não aceita ser escanteado desse jeito.
FHC tem a tribuna do "Estadão" e vai usá-la. Para mandar recados - diretamente, ou através de seus colunistas.
O "Estadão" - como vocês devem saber - já não pertence à família Mesquita. Endividado, quase quebrou no fim dos anos 90. Hoje, vive sob intervenção de um comitê de credores, dominado pelos bancos.
Vocês sabem, também, que as relações de FHC com os bancos são muito boas. Há quem diga que o "Estadão" é hoje, praticamente, propriedade de FHC.
Talvez seja apenas uma metáfora.
Quanto ao artigo de Dora Kramer, ali não há sutileza nem metáfota. É pau puro nos tucanos. É fogo amigo, como se vê em mais esse trecho: "
"Esse pessoal [tucanato serrista] lê umas pesquisas, ouve um boboca de um analista, se assusta com os arreganhos de meia dúzia de adversários e acha que isso os autoriza a jogar no lixo o respeito devido a quem permitiu que o partido iniciasse sua trajetória de vida pela rampa do Palácio do Planalto. Para não falar dos comprovados serviços prestados ao país, que em nações civilizadas costumam ser patrimônio preservado.
Lula perdeu três eleições presidenciais, foi muito criticado no PT, mas nos momentos difíceis nunca se viu movimento orquestrado para escondê-lo, tirá-lo de cena como se fosse um criminoso ou portador de doença contagiosa grave.
Se é sobre esse tipo de caráter que o candidato José Serra falou quando se referiu a brio, índole e solidariedade em seu discurso de despedida do governo de São Paulo, há incoerência no conceito."
FHC está feliz com Serra? O que vocês acham?
O artigo de Dora Cardoso, digo, Kramer pode ser lido aqui - http://www.gazetadopovo.com.br/colunistas/conteudo.phtml?tl=1&id=989260&tit=Gente-insolente
do: http://www.rodrigovianna.com.br/
Se já não pode contar com o "O Globo", FHC usa o "Estadão" para atacar tucanos que o isolam: "gente insolente"
Já escrevi aqui que, na imprensa paulista, há uma divisão clara de tarefas: o "Estadão" fala por FHC, a "Folha" é a voz de Serra.
Dizem que a "Folha faz até pesquisas para Serra... Mas não acredito. Deve ser maldade. Já bastam as manchetes e as fichas falsas em primeira página. Não seria preciso manipular pesquisa...
Quanto ao "Estadão", os editores já nem disfarçam mais...
Nesse domingo, FHC estava por toda parte: na página 2, era dele um dos artigos, a pregar a união dos tucanos contra o "autoritarismo burocrático"; no caderno "Aliás", era ele o entrevistado por uma tróica de intelectuais convidados; mas o mais engraçado estava na página A-7, na coluna de Dora Kramer!
Dora Kramer falou como porta-voz de FHC. Mandou recado. Durona, implacável, começou pelo título: "Gente Insolente"...
Calma! Dessa vez, ela não se referia aos "petistas". Dora Kramer falava para o público interno, para o tucanato.
Em suma, a colunista disse que o PSDB só chegou ao poder graças à genialidade de FHC. E que agora trata o ex-presidente como um "cunhado que vive dando vexame". Juro que a expressão é dela. Está no artigo que merece ser lido, como peça de humor.
Aqui, mais um aperitivo: "o tucanatinho [sic] acha que ele não fica bem na fotografia do vigoroso partido onde vicejam próceres cuja capacidade de distinguir credibilidade de popularidade é nenhuma".
A Dora Kramer está com muita raiva. Isso é problema dela.
O interessante é que o artigo revela como estão os ânimos entre os tucanos.
O PSDB tirou FHC de cena. E ele está magoadao. Não aceita ser escanteado desse jeito.
FHC tem a tribuna do "Estadão" e vai usá-la. Para mandar recados - diretamente, ou através de seus colunistas.
O "Estadão" - como vocês devem saber - já não pertence à família Mesquita. Endividado, quase quebrou no fim dos anos 90. Hoje, vive sob intervenção de um comitê de credores, dominado pelos bancos.
Vocês sabem, também, que as relações de FHC com os bancos são muito boas. Há quem diga que o "Estadão" é hoje, praticamente, propriedade de FHC.
Talvez seja apenas uma metáfora.
Quanto ao artigo de Dora Kramer, ali não há sutileza nem metáfota. É pau puro nos tucanos. É fogo amigo, como se vê em mais esse trecho: "
"Esse pessoal [tucanato serrista] lê umas pesquisas, ouve um boboca de um analista, se assusta com os arreganhos de meia dúzia de adversários e acha que isso os autoriza a jogar no lixo o respeito devido a quem permitiu que o partido iniciasse sua trajetória de vida pela rampa do Palácio do Planalto. Para não falar dos comprovados serviços prestados ao país, que em nações civilizadas costumam ser patrimônio preservado.
Lula perdeu três eleições presidenciais, foi muito criticado no PT, mas nos momentos difíceis nunca se viu movimento orquestrado para escondê-lo, tirá-lo de cena como se fosse um criminoso ou portador de doença contagiosa grave.
Se é sobre esse tipo de caráter que o candidato José Serra falou quando se referiu a brio, índole e solidariedade em seu discurso de despedida do governo de São Paulo, há incoerência no conceito."
FHC está feliz com Serra? O que vocês acham?
O artigo de Dora Cardoso, digo, Kramer pode ser lido aqui - http://www.gazetadopovo.com.br/colunistas/conteudo.phtml?tl=1&id=989260&tit=Gente-insolente
do: http://www.rodrigovianna.com.br/
domingo, 4 de abril de 2010
Mulheres pobres fazem menos exames preventivos de saúde
Mulheres pobres e com baixa escolaridade encontram barreiras para detectar câncer de mama e do colo do útero, segundo um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento foi feito com o cruzamento de dados de renda e escolaridade com de realização de exames preventivos em mulheres com mais de 25 anos.
Divulgado hoje (31), a pesquisa mostra que enquanto entre mulheres que frequentaram a escola por mais de 11 anos o percentual das que fizeram mamografia é de 60,9%, entre as que registram até um ano de escolaridade o índice cai para 47,5%. Por faixa de renda, das que recebem mais de cinco salários, 81,1% se submeteram ao exame, porém apenas 28,8% das mulheres com menos de um quarto do mínimo realizaram o preventivo.
Quando avaliado se o procedimento clínico foi feito por um médico ou profissional de saúde, as desigualdades se mantêm, assim como para o preventivo de câncer do colo do útero. Entre as mulheres com mais de 11 anos de estudo, o percentual é de 90,7%, contra 65% entre as com menos de um ano. Quanto avaliada a renda, entre as com menos de um quarto de salário, o percentual das que realizaram o preventivo é de 77%, ante 95,4% das que recebem mais de cinco mínimos.
O estudo, feito com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), de 2008, também traz um como dado inédito, o levantamento de mulheres que fizeram cirurgia de retirada de útero (histerectomia) por diversos fatores. Segundo a pesquisa, existem no país 4,3 milhões de mulheres que passaram por tal procedimento, o que corresponde a 7,4% das 58 milhões de brasileiras com mais de 25 anos.
Na avaliação do presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Francisco Batista Júnior, o índice é alto e demonstra ineficiência da rede básica. "Tanto no caso de planejamento familiar como de medida médica, o dado [sobre número de cirurgias] é alarmante. As mulheres que retiraram o útero, cirurgia traumatizante, sofreram de lesões que não foram diagnosticadas a tempo."
do: http://www.diarioregional.com.br/cid_3103_05.html
Divulgado hoje (31), a pesquisa mostra que enquanto entre mulheres que frequentaram a escola por mais de 11 anos o percentual das que fizeram mamografia é de 60,9%, entre as que registram até um ano de escolaridade o índice cai para 47,5%. Por faixa de renda, das que recebem mais de cinco salários, 81,1% se submeteram ao exame, porém apenas 28,8% das mulheres com menos de um quarto do mínimo realizaram o preventivo.
Quando avaliado se o procedimento clínico foi feito por um médico ou profissional de saúde, as desigualdades se mantêm, assim como para o preventivo de câncer do colo do útero. Entre as mulheres com mais de 11 anos de estudo, o percentual é de 90,7%, contra 65% entre as com menos de um ano. Quanto avaliada a renda, entre as com menos de um quarto de salário, o percentual das que realizaram o preventivo é de 77%, ante 95,4% das que recebem mais de cinco mínimos.
O estudo, feito com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), de 2008, também traz um como dado inédito, o levantamento de mulheres que fizeram cirurgia de retirada de útero (histerectomia) por diversos fatores. Segundo a pesquisa, existem no país 4,3 milhões de mulheres que passaram por tal procedimento, o que corresponde a 7,4% das 58 milhões de brasileiras com mais de 25 anos.
Na avaliação do presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Francisco Batista Júnior, o índice é alto e demonstra ineficiência da rede básica. "Tanto no caso de planejamento familiar como de medida médica, o dado [sobre número de cirurgias] é alarmante. As mulheres que retiraram o útero, cirurgia traumatizante, sofreram de lesões que não foram diagnosticadas a tempo."
do: http://www.diarioregional.com.br/cid_3103_05.html
Repasse do SUS ao ABCD cresce R$ 20 milhões
4/04/2010 - SAÚDE
Por: Paula Cristina (Paula@abcdmaior.com.br)
São Bernardo teve o maior aumento, quase R$ 19 milhões a mais; Santo André encolheu e perdeu 5% de recursos
Os investimentos na saúde pública através do SUS (Sistema Único de Saúde) cresceram mais de R$ 20 milhões no ABCD entre os anos de 2008 e 2009. O total de recursos passou de R$ 274 milhões por ano para R$ 294 milhões, crescimento encabeçado por São Bernardo, que recebeu quase R$ 19 milhões a mais em 2009, em relação ao ano anterior.
Em Santo André, os repasses de verbas registraram retração. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a cidade recebeu R$ 4,5 milhões em 2009 menos do que em 2008. Diadema também teve menos recursos, cerca de R$ 700 mil.
São Caetano obteve crescimento significativo de recursos do SUS. Em um ano, a cidade recebeu pouco mais de R$ 5 milhões extras, incluindo Atenção Básica, Atendimento de Média e Alta Complexidade, Assistência Farmacêutica, Gestão Geral e Vigilância em Saúde.
O aumento em São Bernardo, de acordo com o médico Nelson Nisenbaum, que atua na rede pública na cidade, deve-se à melhoria da gestão em saúde. “Se as cidades receberam mais é porque organizaram melhor as fichas cadastrais e merecem receber mais dinheiro”, afirmou.
No caso de São Bernardo, Nisenbaum ressalta a falta de organização da gestão municipal anterior. “Havia muitos problemas administrativos que limitavam o acesso ao dinheiro, e com a nova gestão conseguimos fazer correções que resultaram nesse crescimento amplo.”
Exemplo de convênio com o SUS que ofereceu a São Bernardo melhoria na demanda municipal foi a ampliação do atendimento da Santa Casa que, em 2009, recebeu R$ 17 milhões para investimento em ações de média e alta complexidade, além da ampliação de leitos para doentes crônicos.
“Esse convênio com o SUS só foi possível graças à disposição da Santa Casa em abrir as portas para o município e ao trabalho do pessoal da Saúde, que arrumou a casa, organizou as contas e mostrou em âmbito nacional quais são as reais necessidades da cidade”, afirmou o secretário de Saúde de São Bernardo, Arthur Chioro.
As outras cidades do ABCD tiveram alterações de acordo com os padrões estabelecidos pelo Ministério, que visa alteração (para mais) de até 3% ao ano. Em Mauá, a alteração ficou em 3%, e em Ribeirão Pires, 2%. Rio Grande da Serra obteve um crescimento 1,5% de 2008 para 2009 em verbas do SUS. A assessoria de imprensa de Santo André não se manifestou sobre a retração nos custos.
Conselho Intermunicipal pode ser solução para a saúde na Região
Um conselho intermunicipal de saúde, formado por representantes das sete cidades, pode ser alternativa viável para a melhoria da qualidade da saúde e ampliação de convênios com o Ministério da Saúde, através do SUS. É o que defende João Eduardo Charles, líder do Grupo de Trabalho de Saúde do Fórum Social do ABC, que discute alternativas para a Região.
“Com um conselho poderíamos elencar prioridades e trabalhar com as demandas exatas de cada município, além de mapear com clareza as forças e fraquezas de cada uma das cidades”, afirmou Charles. “Entender por que um município recebe mais ou menos verba do SUS, por exemplo, é uma discussão trazida pelo conselho para que os municípios possam trocar experiências e melhorar o trabalho.”
Nelson Nisenbaum, no entanto, não acredita que esta posição seja um caminho fácil. “A ideia é nobre e os resultados seriam incríveis, mais infelizmente não vejo como esse tipo de união possa acontecer para a saúde no ABCD. O melhor jeito de aumentar o repasse do SUS é cada cidade organizando sua administração e pedindo investimentos coerentes e sensatos.”
Discussão - Para viabilizar o conselho, Charles lembra que os grupos são de discussão e não de pedidos e criação de programas conveniados ao SUS. “As pessoas acham complicada a implementação de uma solução desse tipo porque não entendem que o propósito do conselho é trocar informações e fortalecer a Região, e não substituir pedidos que devem ser realizados pelo município.”
O médico concluiu afirmando que uma união resultaria em mais justiça na região. “Abrindo espaço para discussão, os cidadãos poderiam ver quais são os caminhos que deram certo em outras cidades e lutar por melhorias na sua. E o repasse do SUS poderia ser mais justo e coerente com a cidade em questão.”
Por: Paula Cristina (Paula@abcdmaior.com.br)
São Bernardo teve o maior aumento, quase R$ 19 milhões a mais; Santo André encolheu e perdeu 5% de recursos
Os investimentos na saúde pública através do SUS (Sistema Único de Saúde) cresceram mais de R$ 20 milhões no ABCD entre os anos de 2008 e 2009. O total de recursos passou de R$ 274 milhões por ano para R$ 294 milhões, crescimento encabeçado por São Bernardo, que recebeu quase R$ 19 milhões a mais em 2009, em relação ao ano anterior.
Em Santo André, os repasses de verbas registraram retração. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a cidade recebeu R$ 4,5 milhões em 2009 menos do que em 2008. Diadema também teve menos recursos, cerca de R$ 700 mil.
São Caetano obteve crescimento significativo de recursos do SUS. Em um ano, a cidade recebeu pouco mais de R$ 5 milhões extras, incluindo Atenção Básica, Atendimento de Média e Alta Complexidade, Assistência Farmacêutica, Gestão Geral e Vigilância em Saúde.
O aumento em São Bernardo, de acordo com o médico Nelson Nisenbaum, que atua na rede pública na cidade, deve-se à melhoria da gestão em saúde. “Se as cidades receberam mais é porque organizaram melhor as fichas cadastrais e merecem receber mais dinheiro”, afirmou.
No caso de São Bernardo, Nisenbaum ressalta a falta de organização da gestão municipal anterior. “Havia muitos problemas administrativos que limitavam o acesso ao dinheiro, e com a nova gestão conseguimos fazer correções que resultaram nesse crescimento amplo.”
Exemplo de convênio com o SUS que ofereceu a São Bernardo melhoria na demanda municipal foi a ampliação do atendimento da Santa Casa que, em 2009, recebeu R$ 17 milhões para investimento em ações de média e alta complexidade, além da ampliação de leitos para doentes crônicos.
“Esse convênio com o SUS só foi possível graças à disposição da Santa Casa em abrir as portas para o município e ao trabalho do pessoal da Saúde, que arrumou a casa, organizou as contas e mostrou em âmbito nacional quais são as reais necessidades da cidade”, afirmou o secretário de Saúde de São Bernardo, Arthur Chioro.
As outras cidades do ABCD tiveram alterações de acordo com os padrões estabelecidos pelo Ministério, que visa alteração (para mais) de até 3% ao ano. Em Mauá, a alteração ficou em 3%, e em Ribeirão Pires, 2%. Rio Grande da Serra obteve um crescimento 1,5% de 2008 para 2009 em verbas do SUS. A assessoria de imprensa de Santo André não se manifestou sobre a retração nos custos.
Conselho Intermunicipal pode ser solução para a saúde na Região
Um conselho intermunicipal de saúde, formado por representantes das sete cidades, pode ser alternativa viável para a melhoria da qualidade da saúde e ampliação de convênios com o Ministério da Saúde, através do SUS. É o que defende João Eduardo Charles, líder do Grupo de Trabalho de Saúde do Fórum Social do ABC, que discute alternativas para a Região.
“Com um conselho poderíamos elencar prioridades e trabalhar com as demandas exatas de cada município, além de mapear com clareza as forças e fraquezas de cada uma das cidades”, afirmou Charles. “Entender por que um município recebe mais ou menos verba do SUS, por exemplo, é uma discussão trazida pelo conselho para que os municípios possam trocar experiências e melhorar o trabalho.”
Nelson Nisenbaum, no entanto, não acredita que esta posição seja um caminho fácil. “A ideia é nobre e os resultados seriam incríveis, mais infelizmente não vejo como esse tipo de união possa acontecer para a saúde no ABCD. O melhor jeito de aumentar o repasse do SUS é cada cidade organizando sua administração e pedindo investimentos coerentes e sensatos.”
Discussão - Para viabilizar o conselho, Charles lembra que os grupos são de discussão e não de pedidos e criação de programas conveniados ao SUS. “As pessoas acham complicada a implementação de uma solução desse tipo porque não entendem que o propósito do conselho é trocar informações e fortalecer a Região, e não substituir pedidos que devem ser realizados pelo município.”
O médico concluiu afirmando que uma união resultaria em mais justiça na região. “Abrindo espaço para discussão, os cidadãos poderiam ver quais são os caminhos que deram certo em outras cidades e lutar por melhorias na sua. E o repasse do SUS poderia ser mais justo e coerente com a cidade em questão.”
PÁSCOA É TEMPO DE ESPERANÇA QUE SE RENOVA!
domingo, 4 de abril de 2010
Nós somos feitos de sonhos. Que a páscoa traga paz, alegrias e fé. Que as pessoas passam acreditar num mundo melhor e mais justo.
Que nossos irmãos tenham não só pão, mas alimento bom em suas mesas todos os dias, que as crianças não percam o brilho do olhar, que os jovens ainda acreditem que o mundo será o que eles quiserem e fizerem, que as mulheres sejam mais respeitadas em seus direitos e que os homens acreditem que somos capazes. Que as mães dos desaparecidos tenham revelados os locais e as circunstâncias que levaram seus entes queridos.
Se DEUS acreditou na mulher e deu a ela o poder de gerar vidas, provamos que é possivel cuidar dos n0ssos lares, filhos , marido, e ainda chegamos no horário em nosso trabalho. Então podemos ousar querem uma mulher na presidência e sei que os homens que amam o Brasil, vão ajudar DILMA para que ela se eleja e caminharão lado a lado nos caminhos que LUIZ INACIO NOS ENSINOU.
A páscoa, além da festa e chocolates que muitos hoje podem comprar para seus filhos, pois nem sempre o coelhinho reinou brilhante. Vamos fazer uma reflexão e análise em nossas vidas... Renascimento, renovação, união, desejo que todos os brasileiros continem o sonho e com a certeza que já aprendemos o caminho e agora é só caminhar, com muita luz e seguranca.
É a certeza que estamos no rumo certo, para que o povo brasileiro, continue feliz e orgulhoso de ter nascido nesta pátria de gente que crê, e quer que aqui a esperanca sempre vença!
FELIZ PÁSCOA!!!
Nós somos feitos de sonhos. Que a páscoa traga paz, alegrias e fé. Que as pessoas passam acreditar num mundo melhor e mais justo.
Que nossos irmãos tenham não só pão, mas alimento bom em suas mesas todos os dias, que as crianças não percam o brilho do olhar, que os jovens ainda acreditem que o mundo será o que eles quiserem e fizerem, que as mulheres sejam mais respeitadas em seus direitos e que os homens acreditem que somos capazes. Que as mães dos desaparecidos tenham revelados os locais e as circunstâncias que levaram seus entes queridos.
Se DEUS acreditou na mulher e deu a ela o poder de gerar vidas, provamos que é possivel cuidar dos n0ssos lares, filhos , marido, e ainda chegamos no horário em nosso trabalho. Então podemos ousar querem uma mulher na presidência e sei que os homens que amam o Brasil, vão ajudar DILMA para que ela se eleja e caminharão lado a lado nos caminhos que LUIZ INACIO NOS ENSINOU.
A páscoa, além da festa e chocolates que muitos hoje podem comprar para seus filhos, pois nem sempre o coelhinho reinou brilhante. Vamos fazer uma reflexão e análise em nossas vidas... Renascimento, renovação, união, desejo que todos os brasileiros continem o sonho e com a certeza que já aprendemos o caminho e agora é só caminhar, com muita luz e seguranca.
É a certeza que estamos no rumo certo, para que o povo brasileiro, continue feliz e orgulhoso de ter nascido nesta pátria de gente que crê, e quer que aqui a esperanca sempre vença!
FELIZ PÁSCOA!!!
sábado, 3 de abril de 2010
Vox Populi: Dilma empata com Serra. Diferença caiu de 7 para 3 pontos

A pesquisa do Vox Populi divulgada neste sábado já mostra empate técnico de Dilma com Serra.
A margem de erro da pesquisa é 2,2%. Pesquisa é uma amostragem do eleitorado tratada estatisticamente.
Assim a intenção de voto em Dilma situa-se numa faixa de probabilidade que pode estar em até 33,2% (31% + 2,2%), e Serra pode estar, no limite inferior, com 31,8% (34% - 2,2%).
Por isso, o quadro já é de empate, e com tendência de Dilma ultrapassar. Não existe mais um favoritismo de Serra.
Dilma pode comemorar. Serra pode continuar se mantendo preocupado. E os demo-tucanos vão tentar desacreditar o Vox Populi.
Dieese: Redução da jornada de trabalho vai gerar 2,5 milhões de empregos
Sábado, 3 de abril de 2010 - 17h58
Da Agência Brasil
economia@band.com.br
O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) acredita que a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais vai inserir mais de 2,5 milhões de pessoas no mercado de trabalho. A avaliação é do coordenador regional do Dieese, Renato Lima, que participou esta semana da 4ª Jornada Nacional de Debates, a Redução da Jornada de Trabalho e as Perspectivas para 2010.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 231, de 1995, prevê além da redução da jornada semanal de trabalho, de 44 horas para 40 horas, o aumento da hora extra de 50% para 75%.
A PEC vem encontrando resistência entre os empregadores, principalmente a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que já se manifestou contrária à medida.
Bom ano
O Dieese acredita que 2010 será um bom ano em termos de crescimento econômico para o país, com reflexos no mercado de trabalho.
“A perspectiva, com os dados que já temos em mãos, é de que – salvo alguns acidentes de percurso – este será um ano bom em termos de crescimento econômico e, consequentemente, com reflexos no mercado de trabalho, com a manutenção e até a expansão do emprego e da renda do trabalhador.”
Para Lima, no entanto, será fundamental neste processo a questão da redução da jornada de trabalho do empregado.
“Uma das bandeiras de luta fundamental para o êxito do mercado de trabalho no país em 2010 é a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Nós achamos que essa simples medida vai gerar algo em torno de 2,5 milhões de novos postos de trabalho na economia. E o mais importante: o impacto que isto traz para o empresário em termos de custo é de menos de 2%”, avaliou.
Da Agência Brasil
economia@band.com.br
O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) acredita que a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais vai inserir mais de 2,5 milhões de pessoas no mercado de trabalho. A avaliação é do coordenador regional do Dieese, Renato Lima, que participou esta semana da 4ª Jornada Nacional de Debates, a Redução da Jornada de Trabalho e as Perspectivas para 2010.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 231, de 1995, prevê além da redução da jornada semanal de trabalho, de 44 horas para 40 horas, o aumento da hora extra de 50% para 75%.
A PEC vem encontrando resistência entre os empregadores, principalmente a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que já se manifestou contrária à medida.
Bom ano
O Dieese acredita que 2010 será um bom ano em termos de crescimento econômico para o país, com reflexos no mercado de trabalho.
“A perspectiva, com os dados que já temos em mãos, é de que – salvo alguns acidentes de percurso – este será um ano bom em termos de crescimento econômico e, consequentemente, com reflexos no mercado de trabalho, com a manutenção e até a expansão do emprego e da renda do trabalhador.”
Para Lima, no entanto, será fundamental neste processo a questão da redução da jornada de trabalho do empregado.
“Uma das bandeiras de luta fundamental para o êxito do mercado de trabalho no país em 2010 é a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Nós achamos que essa simples medida vai gerar algo em torno de 2,5 milhões de novos postos de trabalho na economia. E o mais importante: o impacto que isto traz para o empresário em termos de custo é de menos de 2%”, avaliou.
Diário do Grande ABC revela: obras do Rodoanel são superfaturadas
sábado, 3 de abril de 2010 8:17
Obra de viaduto avança 60 cm por dia
Beto Silva
Do Diário do Grande ABC
A construção do viaduto que ligará a Avenida Lions, em São Bernardo, à Prestes Maia, em Santo André, avança apenas 60 centímetros por dia, o equivalente a duas réguas escolares. Já o Trecho Sul do Rodoanel Mário Covas, liberado para o tráfego na quinta-feira, teve ritmo diário de avanço de 58,5 metros.
A parte do anel viário que passa pelo Grande ABC ficou pronta em 35 meses. São 61,4 quilômetros de extensão entre Mauá e a Rodovia Régis Bittencourt. O ritmo da produção foi de quase dois quilômetros por mês. No comparativo, o viaduto teve velocidade reduzida, embora não apresente atraso no cronograma. A obra de 500 metros começou em junho de 2008 e está prevista para ser concluída em setembro. Serão 28 meses de trabalho. Assim, o ritmo de construção é de 18 metros por mês.
Outro dado que chama atenção é que, mesmo sendo 123 vezes menor do que o Trecho Sul do Rodoanel, o custo por quilômetro da construção do viaduto de São Bernardo corresponde a praticamente a metade dos gastos da obra que será vitrine da candidatura do tucano José Serra à Presidência. Enquanto que o Trecho Sul consumiu R$ 5 bilhões, equivalentes a R$ 81,4 milhões por quilômetro, o viaduto que ligará a Vila Vivaldi, em São Bernardo, à Sacadura Cabral, em Santo André, custou R$ 23,4 milhões, relativos a R$ 46,8 milhões por quilômetro.
Os recursos para a construção do viaduto são da Prefeitura de São Bernardo, por meio de financiamento do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).
PENDÊNCIA - A Prefeitura de São Bernardo explicou, por nota, a situação da obra. Segundo a administração, a Secretaria de Transportes e Vias Públicas fez esforço para antecipar a entrega para dezembro.
Entretanto, pendências com desapropriações foram resolvidas somente em março, "cumprindo, portanto, o prazo original". "As obras estão seguindo com ritmo adequado, seguindo o cronograma planejado", considera o Executivo.
"Trata-se de uma intervenção viária de extrema relevância que integra o Anel Viário Metropolitano e consistirá num importante eixo de ligação regional, além de resolver o problema de gargalo no cruzamento com a Avenida Lauro Gomes. O rebaixamento da Avenida Lions, em fase inicial de obras, também integra o projeto de melhoria no sistema viário local", concluiu a Prefeitura.
Obra de viaduto avança 60 cm por dia
Beto Silva
Do Diário do Grande ABC
A construção do viaduto que ligará a Avenida Lions, em São Bernardo, à Prestes Maia, em Santo André, avança apenas 60 centímetros por dia, o equivalente a duas réguas escolares. Já o Trecho Sul do Rodoanel Mário Covas, liberado para o tráfego na quinta-feira, teve ritmo diário de avanço de 58,5 metros.
A parte do anel viário que passa pelo Grande ABC ficou pronta em 35 meses. São 61,4 quilômetros de extensão entre Mauá e a Rodovia Régis Bittencourt. O ritmo da produção foi de quase dois quilômetros por mês. No comparativo, o viaduto teve velocidade reduzida, embora não apresente atraso no cronograma. A obra de 500 metros começou em junho de 2008 e está prevista para ser concluída em setembro. Serão 28 meses de trabalho. Assim, o ritmo de construção é de 18 metros por mês.
Outro dado que chama atenção é que, mesmo sendo 123 vezes menor do que o Trecho Sul do Rodoanel, o custo por quilômetro da construção do viaduto de São Bernardo corresponde a praticamente a metade dos gastos da obra que será vitrine da candidatura do tucano José Serra à Presidência. Enquanto que o Trecho Sul consumiu R$ 5 bilhões, equivalentes a R$ 81,4 milhões por quilômetro, o viaduto que ligará a Vila Vivaldi, em São Bernardo, à Sacadura Cabral, em Santo André, custou R$ 23,4 milhões, relativos a R$ 46,8 milhões por quilômetro.
Os recursos para a construção do viaduto são da Prefeitura de São Bernardo, por meio de financiamento do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).
PENDÊNCIA - A Prefeitura de São Bernardo explicou, por nota, a situação da obra. Segundo a administração, a Secretaria de Transportes e Vias Públicas fez esforço para antecipar a entrega para dezembro.
Entretanto, pendências com desapropriações foram resolvidas somente em março, "cumprindo, portanto, o prazo original". "As obras estão seguindo com ritmo adequado, seguindo o cronograma planejado", considera o Executivo.
"Trata-se de uma intervenção viária de extrema relevância que integra o Anel Viário Metropolitano e consistirá num importante eixo de ligação regional, além de resolver o problema de gargalo no cruzamento com a Avenida Lauro Gomes. O rebaixamento da Avenida Lions, em fase inicial de obras, também integra o projeto de melhoria no sistema viário local", concluiu a Prefeitura.
Sindicalistas mortos pela ditadura são homenageados
02/04/2010 - DITADURA MILITAR
Por: Redação (pauta@abcdmaior.com.br)
Cerimônia em Diadema relembrará a luta contra o regime militar
A importância do movimento sindical e a luta contra a ditadura militar brasileira iniciada em 1964 será o pano de fundo da homenagem que será prestada aos irmãos Carvalho e Aderval Alves Coqueiro, nesta segunda feira (05/04). A Iniciativa é da SEDH (Secretaria Especial de Direitos Humanos), do governo federal, juntamente com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, e tem apoio da Secretaria de Cultura de Diadema. A solenidade será realizada a partir das 18h, na subsede do Sindicato dos Metalúrgicos, em Diadema.
A cerimônia tem a proposta de trazer à memória a história de luta destes e de todos os companheiros que sofreram e foram mortos em nome da igualdade e da liberdade para o povo brasileiro.
Os homenageados da noite tiveram grande importância na história do movimento sindical. Aderval Alves Coqueiro foi fundador e diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo e Diadema e militante do partido comunista. Preso, torturado, exilado do país, Coqueiro foi assassinado em 1971 quando retornou ao Brasil.
Os cinco irmãos Carvalho - quatro metalúrgicos e um gráfico - tiveram trajetória semelhante e também participaram da fundação do sindicato. Derly, Daniel, Joel e Jairo Carvalho foram presos em 1969 e banidos do país em 1971, em troca do embaixador suíço Giovanni Enrico Bucher, e levados para o Chile da Unidade Popular.
Sem poder retornar ao Brasil, Derly e Jairo permaneceram no Chile e somente após o golpe em 11 de setembro de 1973, transferiram-se para a França. Com a Anistia de 1979, Derly voltou ao Brasil para junto da família, mas Jairo optou por permanecer na França. Já Daniel e Joel estão desaparecidos desde que tentaram retornar ao país passando pela Argentina em 1974.
O quinto irmão, Devanir, militou no Movimento Revolucionário Tiradentes, embora não tenha sido preso, foi atingido por tiros em uma emboscada em 1971. Logo em seguida, ainda ferido, foi levado para o DEOPS (Departamento de Ordem Política e Social) em São Paulo. No local Devanir foi assassinado após dois dias de tortura.
Serviço:
Homenagem a sindicalistas mortos na ditadura
Quando: Dia 5 de março, a partir das 18h
Onde: Sindicato dos Metalúrgicos do ABC - Subsede Diadema (avenida Encarnação, 290 - Piraporinha)
do: http://www.abcdmaior.com.br/noticia_exibir.php?noticia=19797
Por: Redação (pauta@abcdmaior.com.br)
Cerimônia em Diadema relembrará a luta contra o regime militar
A importância do movimento sindical e a luta contra a ditadura militar brasileira iniciada em 1964 será o pano de fundo da homenagem que será prestada aos irmãos Carvalho e Aderval Alves Coqueiro, nesta segunda feira (05/04). A Iniciativa é da SEDH (Secretaria Especial de Direitos Humanos), do governo federal, juntamente com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, e tem apoio da Secretaria de Cultura de Diadema. A solenidade será realizada a partir das 18h, na subsede do Sindicato dos Metalúrgicos, em Diadema.
A cerimônia tem a proposta de trazer à memória a história de luta destes e de todos os companheiros que sofreram e foram mortos em nome da igualdade e da liberdade para o povo brasileiro.
Os homenageados da noite tiveram grande importância na história do movimento sindical. Aderval Alves Coqueiro foi fundador e diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo e Diadema e militante do partido comunista. Preso, torturado, exilado do país, Coqueiro foi assassinado em 1971 quando retornou ao Brasil.
Os cinco irmãos Carvalho - quatro metalúrgicos e um gráfico - tiveram trajetória semelhante e também participaram da fundação do sindicato. Derly, Daniel, Joel e Jairo Carvalho foram presos em 1969 e banidos do país em 1971, em troca do embaixador suíço Giovanni Enrico Bucher, e levados para o Chile da Unidade Popular.
Sem poder retornar ao Brasil, Derly e Jairo permaneceram no Chile e somente após o golpe em 11 de setembro de 1973, transferiram-se para a França. Com a Anistia de 1979, Derly voltou ao Brasil para junto da família, mas Jairo optou por permanecer na França. Já Daniel e Joel estão desaparecidos desde que tentaram retornar ao país passando pela Argentina em 1974.
O quinto irmão, Devanir, militou no Movimento Revolucionário Tiradentes, embora não tenha sido preso, foi atingido por tiros em uma emboscada em 1971. Logo em seguida, ainda ferido, foi levado para o DEOPS (Departamento de Ordem Política e Social) em São Paulo. No local Devanir foi assassinado após dois dias de tortura.
Serviço:
Homenagem a sindicalistas mortos na ditadura
Quando: Dia 5 de março, a partir das 18h
Onde: Sindicato dos Metalúrgicos do ABC - Subsede Diadema (avenida Encarnação, 290 - Piraporinha)
do: http://www.abcdmaior.com.br/noticia_exibir.php?noticia=19797
Os meninos da Vila: futebol nota 10; solidariedade nota ZERO
02/04/2010 - 09h09
Meninos da Vila se recusam a participar de ação beneficente
RICARDO NOGUEIRA
da Folha de S.Paulo
O que era para ser um gesto de caridade virou uma saia justa para os meninos da Vila.
Trinta e quatro pessoas, incluindo crianças e adolescentes, a maioria com paralisia cerebral, aguardavam ontem a chegada do elenco santista, que faria a doação de ovos de páscoa no Lar Espírita Mensageiros da Luz, em Santos.
Ocorre que boa parte dos atletas --incluindo os mais badalados e aguardados, como Neymar, Robinho e Ganso-- não saiu do ônibus. O aparente motivo do levante foi religioso: a instituição beneficente segue a doutrina espírita.
Ganso chegou com seu próprio carro e, antes de entrar no local, foi chamado pelos colegas que estavam no ônibus (eles gritaram e bateram nas janelas). Ganso entrou no ônibus, onde também estavam Fábio Costa, Durval, Léo, Marquinhos e André, e não saiu mais.
Visivelmente constrangido, o técnico Dorival Jr. tentou convencer o grupo a participar da ação de caridade. Depois disse aos jornalistas que sabia que alguns atletas se recusariam a entrar no local, mas negou que o motivo fosse religioso.
O presidente Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro foi até o ônibus e conversou com os atletas. "Falei para eles [jogadores] que encontrariam cenas fortes no local. Há pessoas que não se sentem bem com isso. Acho normal cada um fazer o que bem entender. Eu não conhecia a casa, mas o Santos tem que provar que não é apenas um time de futebol", disse.
Posteriormente, o Santos informou que os jogadores não entraram no local simplesmente porque não quiseram.
Dentro da instituição, os jogadores que participaram da doação dos 600 ovos, entre eles Felipe, Edu Dracena, Arouca, Pará e Wesley, conversaram e brincaram com as crianças. Os ovos foram doados por um patrocinador do clube.
No início do ano, logo que assumiu o clube, a diretoria elaborou cartilha de conduta aos atletas. Entre os tópicos está a proibição de manifestações religiosas com a camisa do time.
O Santos enfrenta o São Caetano domingo, às 18h30, fora de casa. Uma vitória garante ao time a liderança consolidada na primeira fase do Campeonato Paulista. Pela Copa do Brasil, o Santos enfrentará o Guarani, que eliminou o Fortaleza. O jogo de ida será na Vila Belmiro, no dia 14.
Meninos da Vila se recusam a participar de ação beneficente
RICARDO NOGUEIRA
da Folha de S.Paulo
O que era para ser um gesto de caridade virou uma saia justa para os meninos da Vila.
Trinta e quatro pessoas, incluindo crianças e adolescentes, a maioria com paralisia cerebral, aguardavam ontem a chegada do elenco santista, que faria a doação de ovos de páscoa no Lar Espírita Mensageiros da Luz, em Santos.
Ocorre que boa parte dos atletas --incluindo os mais badalados e aguardados, como Neymar, Robinho e Ganso-- não saiu do ônibus. O aparente motivo do levante foi religioso: a instituição beneficente segue a doutrina espírita.
Ganso chegou com seu próprio carro e, antes de entrar no local, foi chamado pelos colegas que estavam no ônibus (eles gritaram e bateram nas janelas). Ganso entrou no ônibus, onde também estavam Fábio Costa, Durval, Léo, Marquinhos e André, e não saiu mais.
Visivelmente constrangido, o técnico Dorival Jr. tentou convencer o grupo a participar da ação de caridade. Depois disse aos jornalistas que sabia que alguns atletas se recusariam a entrar no local, mas negou que o motivo fosse religioso.
O presidente Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro foi até o ônibus e conversou com os atletas. "Falei para eles [jogadores] que encontrariam cenas fortes no local. Há pessoas que não se sentem bem com isso. Acho normal cada um fazer o que bem entender. Eu não conhecia a casa, mas o Santos tem que provar que não é apenas um time de futebol", disse.
Posteriormente, o Santos informou que os jogadores não entraram no local simplesmente porque não quiseram.
Dentro da instituição, os jogadores que participaram da doação dos 600 ovos, entre eles Felipe, Edu Dracena, Arouca, Pará e Wesley, conversaram e brincaram com as crianças. Os ovos foram doados por um patrocinador do clube.
No início do ano, logo que assumiu o clube, a diretoria elaborou cartilha de conduta aos atletas. Entre os tópicos está a proibição de manifestações religiosas com a camisa do time.
O Santos enfrenta o São Caetano domingo, às 18h30, fora de casa. Uma vitória garante ao time a liderança consolidada na primeira fase do Campeonato Paulista. Pela Copa do Brasil, o Santos enfrentará o Guarani, que eliminou o Fortaleza. O jogo de ida será na Vila Belmiro, no dia 14.
Como o PIG trata o PAC
Do manual Folha:
1. Sempre minimize os investimentos do PAC. Faça de conta que são irrelevantes ou ineficientes.
2. Quando identificar eficiência, aponte ângulos que minimizem a notícia. Por exemplo, problemas ambientais em uma outra obra; ou favorecimento aos beneficiários.
3. Se determinado projeto estiver 70% completo, dê realce negativamente aos 30% que faltam para serem completados.
4. Fale genericamente dos atrasos do PAC, mas evite identificar atrasos (muitas vezes normais) de responsabilidade de estados administrados por aliados.
1. Sempre minimize os investimentos do PAC. Faça de conta que são irrelevantes ou ineficientes.
2. Quando identificar eficiência, aponte ângulos que minimizem a notícia. Por exemplo, problemas ambientais em uma outra obra; ou favorecimento aos beneficiários.
3. Se determinado projeto estiver 70% completo, dê realce negativamente aos 30% que faltam para serem completados.
4. Fale genericamente dos atrasos do PAC, mas evite identificar atrasos (muitas vezes normais) de responsabilidade de estados administrados por aliados.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Datafolha, mesmo com credibilidade combalida, aponta Marta Suplicy na frente para o Senado em São Paulo
2 de abril de 2010
A pesquisa Dtafolha, divulgou pesquisa para o Senador de São Paulo:
Marta Suplicy (PT): 43%
Romeu Tuma (PTB): 25%
Orestes Quércia (PMDB): 22%
Netinho de Paula (PC do B): 19%
Soninha (PPS): 18%
Gabriel Chalita (PSB): 8%
Aloysio Nunes (PSDB): 6%
Ricardo Young (PV): 3%
Branco ou nulo: 33%
Não sabe: 24%
O segundo lugar está embolado.
Os candidatos do coração de José Serra (PSDB/SP) são dois:
- aquele "bastião da ética" chamado Orestes Quércia (PMDB/SP) tem metade das intenções de votos de Marta.
- e Aloysio Nunes, com 6%.
Será que a fortaleza demo-tucana em São Paulo começa a ruir?
A pesquisa Dtafolha, divulgou pesquisa para o Senador de São Paulo:
Marta Suplicy (PT): 43%
Romeu Tuma (PTB): 25%
Orestes Quércia (PMDB): 22%
Netinho de Paula (PC do B): 19%
Soninha (PPS): 18%
Gabriel Chalita (PSB): 8%
Aloysio Nunes (PSDB): 6%
Ricardo Young (PV): 3%
Branco ou nulo: 33%
Não sabe: 24%
O segundo lugar está embolado.
Os candidatos do coração de José Serra (PSDB/SP) são dois:
- aquele "bastião da ética" chamado Orestes Quércia (PMDB/SP) tem metade das intenções de votos de Marta.
- e Aloysio Nunes, com 6%.
Será que a fortaleza demo-tucana em São Paulo começa a ruir?
Globo foi hostilizada no "bota fora" do Serra porque mentiu muito
Haveria centenas de motivos para os funcionários públicos de São Paulo que estavam protestando na Av Paulista, gritarem palavras de ordem contra o carro de jornalismo da Globo. Mas vou resumir em um.
A Globo gravou toda a repressão policial na sexta-feira passada no Morumbi contra os professores, e fez uma edição mentirosa incitando seus telespectadores contra os professores.
Diferente da Globo, este blog mata a cobra e mostra a cobra morta. Um vídeo do PCO (Partido da Causa Operária), apesar de crítico à "burocracia" sindical, mostra com bastante detalhes como foi o início do conflito, iniciado pelos policiais com gas pimenta, e como os sindicalistas da Apeoesp que estavam no carro de som pediram para os professores recuarem, para não avançarem, disse "não queremos o confronto". Queriam o tempo todo manter a manifestação pacífica.
A Globo gravou toda a repressão policial na sexta-feira passada no Morumbi contra os professores, e fez uma edição mentirosa incitando seus telespectadores contra os professores.
Diferente da Globo, este blog mata a cobra e mostra a cobra morta. Um vídeo do PCO (Partido da Causa Operária), apesar de crítico à "burocracia" sindical, mostra com bastante detalhes como foi o início do conflito, iniciado pelos policiais com gas pimenta, e como os sindicalistas da Apeoesp que estavam no carro de som pediram para os professores recuarem, para não avançarem, disse "não queremos o confronto". Queriam o tempo todo manter a manifestação pacífica.
São Paulo cai 4 posições em ranking salarial de docentes
A rede estadual paulista de ensino caiu quatro posições desde 2007 no ranking nacional de salários iniciais para professores da educação básica. Ocupa hoje a 14ª colocação entre os 27 Estados. Já dentre os cinco com o maior número de alunos, está em segundo lugar.
O levantamento, feito pela reportagem da Folha - do Serra-, mostra que a hora-aula de São Paulo equivale à metade da de Roraima, que tem a melhor remuneração. No sistema paulista, o salário é de R$ 1.834 para 40 horas semanais. Foi considerada a remuneração inicial dos docentes com formação superior. Entre os cinco maiores sistemas de ensino, só o Paraná paga mais que São Paulo. Atrás vêm Rio, Bahia e Minas Gerais.
Parte dos docentes paulistas está em greve há quase um mês. Eles querem reajuste de 34,3%. Desde 2008 não há aumento, e desde 2005 os reajustes estão abaixo da inflação.
A política implementada pelo governo Serra foi dar dinheiro extra aos docentes mais bem avaliados. A pasta diz entender "que valorizar o professor é o caminho adequado para melhorar a educação". O governo não comentou o ranking. Sobre o reajuste pedido pelos grevistas, disse que desorganizaria as finanças do Estado.
"São Paulo está evidentemente com um salário baixo. Se considerar o custo de vida no Estado, a situação é ainda pior. É difícil atrair e reter bons profissionais", diz o coordenador da pós-graduação em educação da USP, Romualdo Portela.
Segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), São Paulo tem a segunda cesta básica mais cara dos país, só abaixo da de Porto Alegre.
"O salário inicial é importante. Mas o jovem também olha as possibilidades de ascensão na carreira", afirma o pesquisador Eduardo Andrade, do Insper (antigo Ibmec-SP).
Da Folha, para análise dos professores..
O levantamento, feito pela reportagem da Folha - do Serra-, mostra que a hora-aula de São Paulo equivale à metade da de Roraima, que tem a melhor remuneração. No sistema paulista, o salário é de R$ 1.834 para 40 horas semanais. Foi considerada a remuneração inicial dos docentes com formação superior. Entre os cinco maiores sistemas de ensino, só o Paraná paga mais que São Paulo. Atrás vêm Rio, Bahia e Minas Gerais.
Parte dos docentes paulistas está em greve há quase um mês. Eles querem reajuste de 34,3%. Desde 2008 não há aumento, e desde 2005 os reajustes estão abaixo da inflação.
A política implementada pelo governo Serra foi dar dinheiro extra aos docentes mais bem avaliados. A pasta diz entender "que valorizar o professor é o caminho adequado para melhorar a educação". O governo não comentou o ranking. Sobre o reajuste pedido pelos grevistas, disse que desorganizaria as finanças do Estado.
"São Paulo está evidentemente com um salário baixo. Se considerar o custo de vida no Estado, a situação é ainda pior. É difícil atrair e reter bons profissionais", diz o coordenador da pós-graduação em educação da USP, Romualdo Portela.
Segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), São Paulo tem a segunda cesta básica mais cara dos país, só abaixo da de Porto Alegre.
"O salário inicial é importante. Mas o jovem também olha as possibilidades de ascensão na carreira", afirma o pesquisador Eduardo Andrade, do Insper (antigo Ibmec-SP).
Da Folha, para análise dos professores..
"Minha Casa, Minha Vida 2" exige aquecedor solar em todas as casas
Todas as moradias a serem construídas no "Minha Casa, Minha Vida 2" terão aquecimento d'água por energia solar.
Na primeira versão do programa, iniciado no ano passado, já previa e incentivava a inclusão do aquecedor solar nos projetos. Mas ainda não era obrigatório, porque não havia certeza que a indústria poderia atender, e não faz sentido deixar de fazer uma moradia para quem não tem, apenas porque ainda falta o aquecedor solar.
Agora, já há confirmação de que a indústria de aquecedores solares tem capacidade de atender toda a demanda gerada pelo programa. Por isso torna-se um item obrigatório.
Os aquecedores de água solares, geram economia de energia elétrica (no caso de chuveiros elétricos) ou de gas. Bom para a conta de luz ou gas do cidadão e bom para o meio-ambiente.
Na primeira versão do programa, iniciado no ano passado, já previa e incentivava a inclusão do aquecedor solar nos projetos. Mas ainda não era obrigatório, porque não havia certeza que a indústria poderia atender, e não faz sentido deixar de fazer uma moradia para quem não tem, apenas porque ainda falta o aquecedor solar.
Agora, já há confirmação de que a indústria de aquecedores solares tem capacidade de atender toda a demanda gerada pelo programa. Por isso torna-se um item obrigatório.
Os aquecedores de água solares, geram economia de energia elétrica (no caso de chuveiros elétricos) ou de gas. Bom para a conta de luz ou gas do cidadão e bom para o meio-ambiente.
A Sabesp e os atrasos do PAC
Por Augusto da Fonseca
A SABESP, do Serra, é a maior geradora de atrasos no PAC Saneamento
Quando as Organizações Serra (PIG) dizem que o PAC está com obras atrasadas, não explica que, em grande parte, não é responsabilidade do Governo Lula, mas sim de governadores(as) e prefeitos(as).
O PAC – Saneamento, por exemplo, é executado por estados e municípios. O Governo Lula entra com os recursos e a exigência de projetos dentro das normas existentes (o que muitos desses entes têm dificuldade de gerar).
A SABESP, empresa de saneamento do governo de São Paulo (do Serra, portanto) é a maior geradora de atrasos na execução do PAC Saneamento.
Vejamos o que diz o Balanço de 3 anos do PAC, do Estado de São Paulo (Fevereiro/2010), que nunca é consultado pelas Organizações Serra e muito menos pelo Contas Abertas/PPS.
1. Quantidade de obras com recursos do PAC: 128
2. Volume de recursos financeiros federais disponíveis: R$ 4,05 bilhões
3. Andamento das obras:
. Não saíram do papel: 75 obras (58,6%)
. Obras em andamento: 48 (37,5%)
. Obras concluídas: 5 (3,9%)
Esse é o jeito tucano de desgovernar
A SABESP, do Serra, é a maior geradora de atrasos no PAC Saneamento
Quando as Organizações Serra (PIG) dizem que o PAC está com obras atrasadas, não explica que, em grande parte, não é responsabilidade do Governo Lula, mas sim de governadores(as) e prefeitos(as).
O PAC – Saneamento, por exemplo, é executado por estados e municípios. O Governo Lula entra com os recursos e a exigência de projetos dentro das normas existentes (o que muitos desses entes têm dificuldade de gerar).
A SABESP, empresa de saneamento do governo de São Paulo (do Serra, portanto) é a maior geradora de atrasos na execução do PAC Saneamento.
Vejamos o que diz o Balanço de 3 anos do PAC, do Estado de São Paulo (Fevereiro/2010), que nunca é consultado pelas Organizações Serra e muito menos pelo Contas Abertas/PPS.
1. Quantidade de obras com recursos do PAC: 128
2. Volume de recursos financeiros federais disponíveis: R$ 4,05 bilhões
3. Andamento das obras:
. Não saíram do papel: 75 obras (58,6%)
. Obras em andamento: 48 (37,5%)
. Obras concluídas: 5 (3,9%)
Esse é o jeito tucano de desgovernar
quinta-feira, 1 de abril de 2010
A imprensa já escolheu o Serra
Vannuchi diz que imprensa age como “partido de oposição”
31/03/2010
Da Redação
Para o ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, a imprensa brasileira age como um tipo de “partido de oposição”. “(A imprensa) vem confundindo um papel que é dela – informar, cobrar e denunciar – com o papel do protagonismo partidário, que é transformar isso em ações de conteúdo unilateral”. A declaração foi feita nesta terça-feira (30/03) durante a apresentação do 3º PNDH (Programa Nacional de Direitos Humanos) na Procuradoria Geral da República.
O ministro ressaltou a posição da Associação Nacional de Jornais (ANJ) para reforçar seu ponto de vista. “A presidente da ANJ, Judith Brito, fala exatamente o que eu vinha dizendo como crítica. Ela fala: ‘Na situação atual, em que os partidos de oposição estão muito fracos, cabe a nós dos jornais exercer o papel dos partidos. Por isso estamos fazendo’”, declarou Vannuchi ao se referir a participação de Judith em um evento, que discutiu o PNDH, em São Paulo.
Contra as críticas do ministro, Judith afirmou que o objetivo da entidade é defender a liberdade de expressão. “O jornalismo sério num país democrático precisa ser livre, porque sem liberdade não há investigação, nem opinião. Deve também ser pluralista. Esse papel da imprensa é exercido igualmente em relação ao governo e à oposição”.
Várias entidades patronais, como Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e Associação Nacional de Editores de Revista (ANER), repudiaram o controle social da mídia proposto pelo PNDH. Vannuchi negou que o governo tenha a intenção de limitar a liberdade de expressão, alegando que ela precisa ser “ampla, plena e completa”.
Com informações da Folha de S. Paulo.
31/03/2010
Da Redação
Para o ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, a imprensa brasileira age como um tipo de “partido de oposição”. “(A imprensa) vem confundindo um papel que é dela – informar, cobrar e denunciar – com o papel do protagonismo partidário, que é transformar isso em ações de conteúdo unilateral”. A declaração foi feita nesta terça-feira (30/03) durante a apresentação do 3º PNDH (Programa Nacional de Direitos Humanos) na Procuradoria Geral da República.
O ministro ressaltou a posição da Associação Nacional de Jornais (ANJ) para reforçar seu ponto de vista. “A presidente da ANJ, Judith Brito, fala exatamente o que eu vinha dizendo como crítica. Ela fala: ‘Na situação atual, em que os partidos de oposição estão muito fracos, cabe a nós dos jornais exercer o papel dos partidos. Por isso estamos fazendo’”, declarou Vannuchi ao se referir a participação de Judith em um evento, que discutiu o PNDH, em São Paulo.
Contra as críticas do ministro, Judith afirmou que o objetivo da entidade é defender a liberdade de expressão. “O jornalismo sério num país democrático precisa ser livre, porque sem liberdade não há investigação, nem opinião. Deve também ser pluralista. Esse papel da imprensa é exercido igualmente em relação ao governo e à oposição”.
Várias entidades patronais, como Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e Associação Nacional de Editores de Revista (ANER), repudiaram o controle social da mídia proposto pelo PNDH. Vannuchi negou que o governo tenha a intenção de limitar a liberdade de expressão, alegando que ela precisa ser “ampla, plena e completa”.
Com informações da Folha de S. Paulo.
Marta lidera corrida para o senado (com folga!)

Folha Online
“A primeira pesquisa de intenção de voto para senador em São Paulo realizada pelo Datafolha mostra a ex-prefeita Marta Suplicy (PT) na liderança, com grande vantagem em relação aos principais adversários apresentados, informa reportagem de Ana Flor publicada nesta quinta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
No levantamento, Marta aparece com 43% das intenções de voto. A seguir, com 25%, vem o senador Romeu Tuma (PTB), que concorre à reeleição. Logo após estão o ex-governador Orestes Quércia (PMDB), com 22%, e o vereador e cantor Netinho de Paula (PC do B), com 19%. A ex-vereadora Soninha (PPS) se destaca em quinto lugar, com 18%.
Foram pesquisados também os nomes do vereador Gabriel Chalita (PSB), que tem 8% das intenções de voto, do chefe da Casa Civil do governo José Serra, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), com 6%, e de Ricardo Young (PV), presidente do Instituto Ethos, com 3%.
A eleição de outubro renovará duas das três vagas ao Senado. Hoje, além de Tuma, São Paulo é representado pelos petistas Aloizio Mercadante, que será candidato ao governo de São Paulo, e por Eduardo Suplicy, reeleito em 2006. O mandato é de oito anos.
O Datafolha ouviu 2.001 eleitores no Estado em 25 e 26 de março.
Cada pessoa indicou dois nomes, já que o eleitor terá, em 3 de outubro, de votar em dois candidatos a senador. Por essa razão, a soma total dos percentuais ultrapassa 100%.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.”
Servidores de SP hostilizam jornalistas em manifestação contra Serra
MÁRCIO NEVES
Folha Online - 31/03/2010 - 16h19
Jornalistas de diversos veículos foram hostilizados hoje por servidores de São Paulo durante manifestação na avenida Paulista contra o governador José Serra (PSDB). Alguns chegaram a jogar garrafas de plástico contra uma equipe da TV Globo.
Policiais militares tiveram de intervir e a equipe da Globo foi levada para uma base da PM na região.
Quando ainda estavam concentrados no vão livre do Masp, os manifestantes diziam que a imprensa protegia Serra.
Para uma repórter da Record, que perguntava para motoristas parados no trânsito o que achavam do protesto, eles reclamaram da falta de cobertura do movimento.
Na maioria das vezes os sindicalistas diziam que a imprensa era tucana e não tinha coragem de cobrir a manifestação do funcionalismo público.
O link ao vivo da Rede Globo deixou o local após os manifestantes gritarem palavras de ordem e baterem no carro da emissora.
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